Monthly Archives: agosto, 2017

orgasmo é o ápice do prazer sexual e, apesar de muitas vezes acontecer durante uma relação sexual, também pode ser experimentado com a masturbação e, em uma situação um pouco mais inusitada, durante o sono. Pois é, dormir pode ser uma forma de algumas pessoas atingirem o prazer máximo

Em entrevista ao site “Daily Star”, a sexóloga Jess O’Reilly explica que 40% das mulheres vão experimentar pelo menos um orgasmo durante o sono ao longo da vida. De acordo com Jess, o segredo para aumentar as chances de isso acontece está em dormir em uma posição específica.

Sexóloga explica que dormir de barriga para baixo aumenta as chances de sentir um orgasmo durante o sono (Crédito: Shutterstock  )
Sexóloga explica que dormir de barriga para baixo aumenta as chances de sentir um orgasmo durante o sono (Crédito: Shutterstock )

Segundo a sexóloga, quando temos uma noite de sono deitadas de barriga para baixo é mais provável de experimentarmos um sono “erótico” e chegarmos ao orgasmo. Jess explica que nessa posição a pressão sobre o clitóris é maior e, consequentemente, é possível atingir o prazer.

Além da posição que você dorme, outros dois fatores, segundo a sexóloga, também aumentam a chance de atingir o clímax durante o sono: não ter um orgasmo há muito tempo e estar muito cansada. 

Mas não se preocupe e nem se frustre se você nunca passou por essa situação. De acordo com a especialista, o fenômeno é mais comum em mulheres que estão na faixa etária dos 40 aos 50 anos de idade. Além disso, Jess diz que algumas mulheres até já experimentaram o orgasmo dormindo, mas não conseguem se lembrar. Em relação ao corpo masculino, a sexóloga explica que os homens passam pela situação duas vezes mais que as mulheres.

Sonhos eróticos

No geral, dormir e ter um orgasmo é uma consequência de um sonho erótico . Acredita-se que esses sonhos são uma resposta a desejos que mantemos reprimidos. No entanto, Jess explica que nem sempre essa é a regra. “Nossos sonhos com conteúdo sexual podem não refletir nossos desejos reais. Às vezes, sonhamos com pessoas e cenários que não necessariamente nos excitam”, diz.

Fonte: Ig

O prefeito de Pedreiras, Antônio França firmou parceria com o secretário de Estado do Desenvolvimento Social, Neto Evangelista, e assinaram o termo de adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – modalidade de incentivo à produção e ao consumo de leite.

 O programa, que faz a distribuição gratuita de leite, é voltado para gestantes, crianças de famílias carentes, atendendo prioritariamente a população mais vulnerável, e beneficiando os para os pequenos produtores, através do sistema de compra do produto. O leite adquirido é beneficiado em laticínios contratados e posteriormente entregue às famílias carentes.

Do Blog do Luís Cardoso

Uma mulher foi encontrada morta hoje em um apartamento no condomínio Parque dos Pássaros, no Grand Park, Calhau. Ela estava com marcas de agressões pelo pescoço e teria sido enforcada. A polícia encontra-se agora no local, junto com o Rebecão, às 12h05. Policiais informaram que o apartamento dela está todo bagunçado e que foram vistas ontem pessoas estranhas no local. O marido, que é Policial Militar, não foi localizado.

 


André Fufuca

O GLOBO, DE BRASÍLIA — Bem que o presidente interino da Câmara, André Fufuca (PP-MA), tentou até o último minuto, mas se a aprovação da reforma política já estava difícil, agora, com um novo adiamento da votação da matéria para a semana que vem, ficou ainda mais distante. Até mesmo a proposta que tinha o maior apoio, a emenda constitucional que estipula uma cláusula de barreira para partidos, perdeu força.

A quarta-feira começou com um acordo para votar a reforma após o encerramento de deliberações do plenário da Câmara sobre temas econômicos, como a nova taxa de juros do BNDES (TLP). Mas à medida que a sessão se alongava, líderes dos partidos percebiam que não seria possível manter o cronograma inicialmente pensado. O máximo que se negociou foi adiamento para a semana que vem, que deve ter quórum baixo por causa do feriado de 7 de setembro.

Das duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que mudam a lei eleitoral, a que tem mais chances é a que acaba com as coligações partidárias nas eleições para deputados e vereadores e que cria a cláusula de barreira, relatada pela deputada Shéridan (PSDB-RR). A outra, de relatoria de Vicente Cândido (PT-SP), que cria um fundo público para financiar as eleições e muda o sistema para eleger deputados e vereadores instituindo o chamado distritão, está praticamente sepultada. Tanto é assim, que Shéridan apresentou um requerimento para que seu texto seja votado antes do de Cândido, embora o do petista tenha chegado ao plenário na frente.

A cidade de Joselândia (MA) está consternada com a morte inesperada de um servidor do município, muito conhecido e estimado.

No final da tarde de quarta-feira, dia 30, o corpo de Hamilton Zuca, como era conhecido, 44 anos, foi encontrado suspenso por uma corda em uma árvore, à beira do campo de futebol, localizado na Rua Senador José Sarney, na cidade de Joselândia (MA).

Segundo informações, Hamilton morreu por volta das 15h, porém, só foi encontrado por populares às 17h. A informação causou enorme tristeza na cidade. Ele era conhecido como uma pessoa tranquila e benquista em Joselândia. As redes sociais repercutiram com surpresa, pesar e homenagens ao falecido.

Hamilton Zuca era servidor concursado do município, trabalhava no cargo de serviços gerais no povoado Canas. Ele morava na Rua São Raimundo e deixa mulher e filho.

Também chama atenção o fato Hamilton era sobrinho do ex-vereador Raimundo Zuca, líder da oposição e que concorreu as eleições municipais em Joselãndia no ano passado, perdendo para o atual prefeito por apenas 77 votos. A polícia civil deve abrir um inquérito para apurar as circunstâncias da morte súbita de seu Hamilton Zuca. 

Do Blog do Carlinhos

Em uma Ação Civil Pública (ACP) proposta no último dia 24, a 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Açailândia acionou 12 pessoas por conta de um suposto pagamento de propina a vereadores, ocorrido em 2013, visando à aprovação de um projeto de lei para a concessão de incentivos fiscais à empresa Gusa Nordeste S/A.

São alvo da ação os então vereadores Anselmo Leandro Rocha, Bento Vieira Sousa (conhecido como “Bento Camarão”), Diomar da Silva Freire, Fábio Pereira da Cruz, José Pedro Coelho Júnior (“Professor Pedro”), José Vagnaldo Oliveira (“Pastor Vagnaldo”), Luiz Carlos Silva (“Carlinhos do Fórum”), Márcio Aníbal Gomes Vieira, Maria de Fátima Silva Camelo e Sergiomar Santos de Assis.

Também figuram na ação a empresa Gusa Nordeste S/A, o seu diretor Ricardo Nascimento Carvalho, a empresa Metal X – Indústria, Comércio e Serviços LTDA – EPP e a sua sócia-proprietária, Josélia Santos.

As investigações do Ministério Público do Maranhão apontaram que, em 19 de dezembro de 2013, os 10 vereadores teriam recebido, cada um, R$ 5 mil para votar o projeto de lei concedendo incentivos à Gusa Nordeste S/A. De fato, o projeto foi aprovado, por unanimidade, na noite do mesmo dia.

A propina teria sido paga com cheques, descontados “na boca do caixa” por pessoas próximas aos vereadores. Os cheques seriam da empresa Metal X, que recebeu, por meio de transferência bancária feita, também, em 19 de dezembro, R$ 50 mil da Gusa Nordeste S/A. Outra transferência, no mesmo valor, foi feita no dia seguinte.

“Não existe qualquer dúvida de que as empresas requeridas foram autoras do pagamento/recebimento da propina, como pode ser visto no decorrer da investigação, já que a Gusa Nordeste transferiu os valores para a conta da Metal X, que por sua vez, emitiu os cheques para pagamento dos valores, uma objetivando benefício fiscal e a outra recebendo em troca R$ 50 mil que não foram distribuídos a vereadores e, pelo que consta, ficou no patrimônio da empresa”, afirma, na ação, a promotora de justiça Glauce Mara Lima Malheiros.

PEDIDOS

Dos 10 vereadores citados na ação, três se reelegeram em 2014 e continuam na Câmara Municipal de Açailândia: Ancelmo Leandro Rocha, Márcio Aníbal Gomes Vieira e Luiz Carlos Silva. Por isso, a Ação proposta pelo Ministério Público do Maranhão pede o imediato afastamento deles do cargo.

Além disso, a ACP requer a condenação de todos os envolvidos por improbidade administrativa. Entre as penalidades previstas estão a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar ou receber benefícios do Poder Público, mesmo que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos;

De acordo com o Ministério Público, os fatos também se enquadram na Lei Anticorrupção (12.846/2013), que “dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública”, como atos lesivos à administração pública.

As penalidades previstas para as empresas envolvidas são a perda dos bens, direitos ou valores que representem vantagem ou proveito obtidos da infração, suspensão ou interdição parcial de suas atividades, dissolução compulsória da pessoa jurídica e multa, no valor de 0,1% a 20% do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração do processo administrativo, excluídos os tributos. Esse valor nunca poderá ser inferior à vantagem auferida, quando for possível sua estimação.

AÇÃO PENAL

Além de improbidade administrativa, a conduta dos empresários e vereadores também configura crime, o que levou a 1ª Promotoria de Justiça de Açailândia a ingressar, ainda no último dia 24, com uma Ação Penal Pública.

Anselmo Leandro Rocha, Bento Vieira Sousa , Diomar da Silva Freire, Fábio Pereira da Cruz, José Pedro Coelho Júnior, José Vagnaldo Oliveira, Luiz Carlos Silva, Márcio Aníbal Gomes Vieira, Maria de Fátima Silva Camelo e Sergiomar Santos de Assis foram denunciados por corrupção passiva, cuja pena é de reclusão de dois a 12 anos, além de multa.

Já Ricardo Nascimento Carvalho e Josélia Santos respondem por corrupção ativa, que tem pena prevista de dois a 12 anos de reclusão, mais multa.

Com base no artigo 319 do Código de Processo Penal, também foi pedida a suspensão cautelar da função pública dos três envolvidos que continuam ocupando o cargo de vereador em Açailândia.

Alunos

Estudantes do  Centro de Ensino João Mohana, participam do 2º Simuladão Mais Ideb’ que acontece nesta quarta-feira (30). O simulado consiste na avaliação diagnóstica para levantamento das aprendizagens devolvidas e consolidadas pelos estudantes da rede estadual de ensino.

Alunos do 1° ano “A”

A ação é parte do Plano Mais Ideb – um conjunto de estratégias criado pelo governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), com o intuito de melhorar a qualidade educacional maranhense expressa na elevação dos indicadores.

Discentes do 3° ano

As provas serão realizadas em todos  os turnos da  Escola.  A avaliação  é  de Língua Portuguesa e Matemática, mas  todos os docentes estão participando da  aplicação das provas.

 

Professores

A aplicação do ‘Simulado Mais Ideb’ terá uma dinâmica similar à Prova Brasil. Os cadernos de provas estão divididos em quatro blocos, sendo os dois primeiros de Matemática e os demais, de Língua Portuguesa. Cada bloco contém 10 questões. O estudante terá um tempo de 2 horas e 40 minutos para responder as provas, sendo que o tempo destinado à resolução de cada bloco será de 30 minutos, seguidos de mais 10 para marcação do caderno de resposta.

Uma confusão generalizada, com direito a arremesso de livreto com regimento interno, tomou conta do plenário da Câmara, na noite desta terça-feira (29), durante a análise de vetos presidenciais em sessão do Congresso. No auge da confusão, em que deputados contrariados com a condução dos trabalhos protestavam de dedo em riste, o presidente do Senado (e do Congresso), Eunício Oliveira (PMDB-CE), no comando da Mesa Diretora, não se conteve e proferiu a seguinte pérola, dirigindo-se aos interlocutores em rebelião:

“Baixa os dedos, não sou nega sua”, bradou Eunício em direção ao deputado federal maranhense Weverton Rocha (PDT).

A sessão já transcorria de maneira tensa, com deputados e senadores se revezando em ataques mútuos e na defesa de seus pontos de vista, em uma sessão que começou pela manhã e estende pela noite. Mas o tumulto começou de fato com a tentativa do líder do PDT na Câmara, Weverton Rocha (MA), em apresentar uma “questão de ordem” sobre a votação em plenário. Naquela ocasião, quem presidia a sessão era o senador João Alberto Souza (PMDB-MA), que sequer quis ouvir a demanda do deputado e deu continuidade à votação de um dos vetos – o que suprimiu reserva de 20% dos recursos a famílias da zona rural e a prerrogativa do governo de restringir verbas destinadas à assistência técnica da legislação que criou o Cartão Reforma (Lei 13.439/2017).

Weverton solicitava à Mesa que seu tempo de fala, assegurado pelo regimento a lideranças partidárias, fosse somado à sua intervenção individual a respeito do veto. Mas João Alberto, que também é segundo vice-presidente do Senado, manteve-se impassível diante dos apelos do colega. Enquanto um protesto se iniciava, Eunício tomou o lugar de João Alberto à Mesa Diretora. A partir daí, o que se viu foi muita gritaria e protestos diante da Mesa, em movimento que culminou com a ida de um grupo enfurecido ao posto de comando.

“Que presepada! Que violência é essa de querer calar deputado aqui?!”, protestava, aos gritos, o deputado Davidson Magalhães (PCdoB-BA), denunciando a “ditadura da Mesa”.

Nesse meio tempo, Weverton arremessou um livreto com o regimento interno em direção ao comando da sessão. Ato contínuo, diversos deputados ocuparam a Mesa, depois da tentativa, em vão, de policiais legislativos em conter os parlamentares revoltosos. Diante do caos absoluto, Eunício suspendeu a sessão por cerca de dez minutos.

Mas durante a tumultuada votação também houve espaço para o humor. A certa altura das discussões, o presidente do Congresso garantiu: “Esse presidente não tem medo de cara feia. Nem de gritos nem de agressões!”, respondeu Eunício, minutos depois confrontado com protesto irônico do deputado Silvio Costa (PTdoB-PE). “Vossa excelência disse que não tinha medo de cara feia. Eu até acredito, porque se tivesse medo, vossa excelência não se olhava no espelho”, disse, de maneira séria, o deputado pernambucano. Eunício sorriu.

Ataque e defesa

Logo após o tumulto e a ordem restabelecida, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) subiu à tribuna e acusou Eunício de ter levado seguranças do Senado para intimidar parlamentares. “O presidente trouxe um batalhão armado para intimidar os parlamentares aqui dentro. Isso é uma vergonha para esse parlamento. […] Olhem para os lados e contem quantos seguranças armados tem aqui dentro, intimidando inclusive os policiais legislativos da Câmara”, esbravejou.

Pimenta voltou ao assunto que causou tumulto na sessão e disse para Eunício que o regimento não permite que seja aberta votação antes das orientações de voto, tarefa que cabe a líderes como Weverton. “Esse presidente não está fazendo nenhum favor em permitir que a votação seja nominal, porque todo veto tem que ser nominal. Este presidente não está fazendo nenhum favor em cumprir o regimento, porque ele não está acima do regimento”, alfinetou o parlamentar.

 

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a Procuradoria-Geral da República pediu ao Superior Tribunal de Justiça o arquivamento de apurações sobre a citação do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), na delação da Odebrecht. O pedido é feito nas vésperas de Rodrigo Janot – aliado do irmão do comunista – de deixar o cargo. O atual procurador-geral apoiou Nicolao Dino na eleição do seu substituto.

Flávio Dino foi acusado de ter recebido recursos de caixa dois e propina em valores que se aproximavam dos R$400 mil. O comunista sempre apontou inconsistências e erros nos relatos dos delatores da empreiteira.

Alguns dizem que Flávio Dino recorreu até forças ocultas para garantir esse arquivamento.

As informações são da coluna Painel da Folha de São Paulo.

1 2 3 19