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Alunos da FAESF reclamam da forma de avaliação adotada pela Faculdade

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Leitores do blog que são acadêmicos da Faculdade de Educação São Francisco (FAESF) entraram em contato com a redação, em face ao descontentamento que esses estudantes  têm demonstrado em relação ao “novo método de avaliação” aplicado nas provas da instituição.

Segundo informações desses  alunos, há cerca de dois meses, as questões das provas objetivas estão sendo formuladas de maneira que os acadêmicos, além de marcar a opção que corresponde a alternativa correta, ainda têm de justificar a sua resposta, tornando o processo de avaliação bem mais rigoroso. 

Os alunos alegam que essa método de avaliar empregado pela FAESF de Pedreiras não acontece nas grandes instituições de ensino brasileiras, como Fuvest, USP ou Cespe. Um grande número de alunos assinaram um abaixo-assinado solicitando a abolição das justificativas nas questões de múltiplas escolhas formuladas pela FAESF. O documento foi entregue para a Coordenação de Ensino da Instituição, porém, as avaliações seguem da mesma forma. “Entregamos o abaixo-assinado para a Direção da Faculdade e eles não levaram em conta o desejo de seus acadêmicos. Estamos preocupados com essa forma rigorosa de avaliar, podemos ficar reprovados em algumas cadeiras por conta disso e mais tempo na Faculdade, pagando mensalidades. Eu acho uma coisa completamente fora do normal”, opinou um aluno de Enfermagem. 

Resposta da faculdade

Sobre a presente queixa dos alunos, o blog esteve na FAESF e conversou com o diretor-geral da Faculdade, Habni Carvalho. Inicialmente, ele afirmou que o modelo de justificar respostas não é uma modalidade nova, está expresso no estatuto da Faculdade de 2010 e tem sido utilizado todos esses anos. Habni afirmou que o processo será mantido. 

“A Lei de Diretrizes e Bases do MEC garante a todas as instituições do país, a autonomia nas avaliações, não existe regra e nem legislação que regule isso. Achamos inválida solicitação do aluno, de que diminuamos a dificuldade e, consequentemente, a qualidade da prova. Se ele não for treinado aqui dentro, teremos um profissional medíocre lá fora.” 

Habni Carvalho, diretor geral da FAESF de Pedreiras 

“As dificuldades é que fazem os grandes profissionais crescerem e na Faesf não colocamos facilidade para os alunos. Aqui eles precisam aprender, praticar e mostrar que aprenderam. Se o aluno não consegue justificar o que responde, ele nunca será um profissional de fato. De qualquer forma, esse tipo de comentário de que apenas nós fazemos esse tipo de avaliação acaba sendo benéfico para nossa instituição. Avaliamos com rigor nossos alunos em virtude de acreditar na capacidade deles e na qualidade do que é ensinado na FAESF”, pontuou Habni Carvalho, diretor geral.

Avaliação com justificativa da FAESF 

Cópia do Estatuto da FAESF sobre os critérios de avaliação aprovado em 2010 

No Estatuto de 2010, apresentado pela Direção ao blog, consta a exigência de justificar as respostas 

Do Blog do Carlinhos
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Brasil ultrapassou a marca de 500 mil mortos por Covid-19

Meio milhão de mortos por Covid-19. A trágica marca foi superada no Brasil neste sábado (19).

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Sem nunca ter tido a pandemia sob controle, país atinge trágica marca com mortes novamente em alta, imerso em caos sanitário e com brasileiros tendo que lutar com negacionismo científico e desinformação.
Meio milhão de mortos por Covid-19. A trágica marca foi superada no Brasil neste sábado (19/06). No mundo, é o segundo país com mais vítimas do novo coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos, que têm uma população 55% maior e 600 mil mortos.

Ao contrário dos americanos, porém, que veem a pandemia retroceder após uma grande campanha de vacinação, o Brasil está no seu segundo maior patamar de casos e mortes diárias, superado apenas pela crise de março e abril, e a dinâmica do coronavírus é de estabilidade ou aceleração na maioria dos estados.

Na última quarta, o número de novas mortes diárias, pela média móvel de sete dias, voltou superar as 2 mil, o que não ocorria desde 10 de maio. O número de novos caso diários, pelo mesmo critério, está em 70 mil, próximo ao pico do final de março de março, quando estava em 77 mil.

Desde o início de maio, a taxa de reprodução do vírus no Brasil é igual ou maior que 1, o que indica persistência ou aceleração da contaminação. Esse número havia ficado abaixo de 1 durante a maior parte do mês de abril. Foi naquela época que governadores e prefeitos começaram a relaxar as regras que restringiam a circulação de pessoas, um dos motivos apontados por especialistas para a atual alta.

Esses dados se refletem na ocupação dos leitos de UTI, que nesta semana era superior a 90% em dez capitais e no Distrito Federal. No interior de São Paulo, havia no último domingo 5.206 pessoas em leitos de terapia intensiva para covid-19, número mais alto do que pico anterior, de 6 de abril.

A situação da pandemia no momento é “extremamente delicada” no país, diz a epidemiologista Carolina Coutinho, pesquisadora da EAESP/FGV.

As variantes mais transmissíveis do coronavírus, que têm maior capacidade de contaminar pessoas ou reinfectar as que já haviam se recuperado da doença, também contribuem para a resiliência da pandemia.

Um estudo realizado pelo Instituto Butantã com casos identificados até o dia 29 de maio, identificou a variante Gamma (ou P1, encontrada inicialmente em Manaus), em 89,9% das infecções no estado de São Paulo. A Alfa, originada no Reino Unido, representou 4,2% das infecções, e a Beta, da África do Sul, 3,5% Não foram identificadas amostras da Delta, da Índia. Em âmbito nacional, o país tem baixa capacidade de fazer a vigilância genômica, que identifica as novas variantes, diz Coutinho.

Presidente contra ciência
Como pano de fundo do caos sanitário, os brasileiros acompanham desde o início de maio os depoimentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado, que apura responsabilidades e omissões do governo federal em relação à pandemia.

Os depoimentos revelaram detalhes e organizaram informações que já vinham sendo apresentadas pela imprensa desde o ano passado. Eles mostraram que o presidente Jair Bolsonaro impediu ministros da saúde de seguirem as recomendações científicas, promoveu remédios comprovadamente ineficazes, entrou em conflito com governadores e prefeitos que defendiam o isolamento social e recusou diversas ofertas de vacinas.

Em meados de 2020, por exemplo, o Ministério da Saúde negou uma oferta de 70 milhões de doses da Pfizer, e outra de 60 milhões feita pelo Instituto Butantã.

Com o agravamento da pandemia neste ano, o presidente fechou novos acordos de compra de vacinas e agora pede a antecipação da entrega de doses que haviam sido rejeitadas em 2020, e prometeu no início de junho que todo brasileiro que quiser será vacinado até o final do ano.

Mas ele segue promovendo aglomerações, criticando medidas de isolamento social, questionando o uso de máscaras e promovendo teorias conspiratórias. Na quinta, em sua live semanal, Bolsonaro disse que a máscara reduz a oxigenação de quem a está usando, o que é mentira. Em 10 de junho, o presidente propôs o fim da obrigatoriedade da proteção facial para vacinados ou pessoas que já superaram uma infecção pelo coronavírus, ideia considerada “absurda” e “temerária” por especialistas neste momento da pandemia.

Vacina escassa
A recusa de ofertas de doses de vacina pelo governo no ano passado e obstáculos para importar da China o Insumo Farmacêutico Ativo usado para preparar a Coronavac e a vacina da AstraZeneca no Brasil impediram que o país estruturasse a partir do início do ano um ritmo de imunização compatível com a capacidade do Sistema Único de Saúde.

Segundo pesquisas feitas por epidemiologistas e cientistas de dados, o ritmo adequado para o enfrentamento da pandemia seria de pelo menos 2 milhões de doses diárias. Com vacinação lenta e contaminação em alta, o vírus acaba saindo vitorioso nessa corrida.

Em abril, o país aplicou uma média de 730 mil doses por dia, o número recuou para 599 mil por dia em maio, e até quarta, 709 mil por dia em junho, segundo painel mantido pelo Ministério da Saúde. Somente na última quinta, o país superou pela primeira vez a marca das 2 milhões de doses por dia, aplicando 2,2 milhões delas.

O Brasil completou a vacinação de 11% de sua população de 211 milhões. Nos Estados Unidos, essa taxa é 44%, e na Alemanha, 29%. Especialistas estimam que a imunidade coletiva contra a covid-19 só será alcançada com cerca de 80% da população vacinada. Até lá, os países terão que manter medidas de controle como testagem continuada e uso de máscaras e restrição a aglomerações onde as taxas de contágio são altas.

Subnotificação esconde tragédia maior
O biólogo Marcelo Bragatte, um dos coordenadores da Rede Análise Covid-19, afirma que a marca simbólica dos 500 mil mortos já havia sido rompida há alguns meses, e que o Brasil, na realidade, teria no momento cerca de 600 mil óbitos pela doença, considerando a notificação.

Sua projeção considera o excesso de óbitos por síndrome aguda respiratória grave (SRAG) desde o início da pandemia, comparado com os dados de anos anteriores. “Há muitos casos em que a pessoa falece, não confirma que foi covid, e ela fica no limbo como SRAG”, diz. Essa estimativa colocaria o Brasil empatado com os Estados Unidos na liderança do número de mortes.

Mantido o atual ritmo de vacinação, ele projeta que o país seguirá com números elevados de novos casos e óbitos. Isso só será revertido se a população adotar os comportamentos recomendados para evitar a disseminação do vírus, como uso de máscaras, distanciamento social e evitar reuniões em espaços fechados. “Como não temos as medidas sanitárias por parte do governo, recai sobre o cidadão tomar as medidas que ele puder”, afirma.

O problema é que não é somente a contaminação pelo vírus que não recua. “A desinformação no país não desce. Ela está em um platô. E, com isso, as ações das pessoas não melhoram”, diz Bragatte.

Fonte: Amp.dw.com

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Realizado o Dia D da Campanha Eletrolixo no Rotary Club de Codó

A Campanha Eletrolixo, um projeto de sustentabilidade que tem por objetivo retirar do meio ambiente todo lixo eletro eletrônico, por meio de doações de empresas, instituições e o público em geral.

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O Rotary Club de Codó, em parceria com Rotary Club de Teresina, está realizando a Campanha Eletrolixo, um projeto de sustentabilidade que tem por objetivo retirar do meio ambiente todo lixo eletro eletrônico, por meio de doações de empresas, instituições e o público em geral.

O engenheiro especialista em Saneamento Básico e Ambiental, Evimar Barbosa, que é sócio representativo do Rotary Club de Codó desde 2001, esteve com o presidente Gervásio Rodrigues e falou sobre a importância do Dia D da Campanha Eletrolixo, que aconteceu durante todo o dia 19 de junho, sábado.

“Estamos no mês de junho, onde celebramos sempre no início do mês a Semana do Meio Ambiente e o Dia Mundial do Meio Ambiente no dia 5. Esta campanha é tradicional e uma iniciativa importantíssima, que já faz parte do calendário do Rotary Club e que, ao mesmo tempo em que tira da natureza toneladas de lixo eletro eletrônico, destina seus recursos para ações sociais e projetos de capacitação e inclusão digital para Jovens”, explicou o parlamentar.

No dia D da campanha Eletrolixo, empresas, entidades e os codoenses puderam realizar suas doações em vários pontos estratégicos espalhados pela cidade, como Tiro de Guerra, UEMA, Corpo de Bombeiros, IFMA, Restaurante Malagueta, Supermercado Mateus e outros.

“Temos a certeza que cada vez mais, mais codoenses irão doar seu material eletrônico para o projeto, que irá se tornar um hábito para os munícipes, porque amam Codó e seus belos recursos naturais. Esperamos uma crescente adesão da sociedade, que farão o descarte desse material de maneira correta, protegerão o meio ambiente da nossa cidade e ainda ajudarão projetos que beneficiem os nossos jovens”, concluiu Evimar Barbosa.

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Chico Miguel participa de Assembleia extraordinária

Chico Miguel pré-candidato a deputado estadual, participou de uma assembleia extraordinária no município de Esperantinópolis.

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O pré-candidato a deputado estadual Chico Miguel, esteve no município de Esperantinópolis, acompanhado pela secretária de mulheres da Federação dos trabalhadores agricultores e agricultoras do Estado do Maranhão (Fetaema), Gercina, Lucas e Patrícia, ambos coordenadores regionais da Fetaema.
Chico Miguel foi ao município participar de uma assembleia extraordinária, que teve como pauta o projeto da Fetaema para o ano de 2022.


O sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais declarou apoio ao projeto Político da Federação dos trabalhadores e trabalhadoras rurais do Estado do Maranhão.


“Hoje, participamos desta Assembleia extraordinário junto com os companheiros, que serviu para discutirmos com mais detalhes o projeto Político, entendemos que os trabalhadores rurais precisam de um representante genuíno na Assembleia Legislativa, vamos lutar com muita garra para alcançar o objetivo”, disse Chico Miguel.

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