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Jovem foi assassinado na praça do mercado em Bernardo do Mearim

Tota – Vítima/Foto: Reprodução WhatsApp

Francisco da Conceição Silva, conhecido como “Tota”, foi assassinado ontem à noite, por volta das 22:30h, na praça do mercado da cidade de Bernardo do Mearim.

Segundo informações, “Tota” estava sentado, quando dois homens chegaram numa moto Bros e fizeram os disparos. A vítima morreu no local. A população ficou assustada, e foi a maior correria ao redor da praça.

Reprodução WhatsApp

Fonte: Blog do Sandro Vagner

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Após a repercussão negativa de um vídeo publicado nas redes sociais em que uma pastora de uma igreja evangélica de Botucatu, no interior de São Paulo, aparece quebrando imagens de Nossa Senhora Aparecida com um martelo, a responsável pelo ato, identificada como pastora Zélia.

A pastora sofreu uma parada cardíaca na noite de quinta-feira(12), em sua casa. Zélia foi levada as pressas para hospital municipal de Botucatu e está fora de perigo. A equipe de reportagem do Portal Atualizado conversou com a pastora por telefone.

 Segundo a própria pastora, ela conversou com anjos antes de ”voltar a terra’. ”Eu conversei com anjos, me arrependo do que fiz, tenho que respeitar e espalhar amor, essa é minha missão na terra.” publicamente, Zélia também pediu desculpas aos católicos pelo episódio.

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Uma caso de covardia vem repercutindo nas redes sociais, uma idosa foi espancada no interior de Goiás, nesta quinta-feira, 12. O registro foi feito através de celular por moradores que se sensibilizaram com o ocorrido e foram prestar socorro.

Segundo relatos de testemunhas, a senhora teria esbarrado em uma moto que veio a cair, e em seguida ela foi surpreendida com chutes, pontapés e socos. O seu companheiro teria entrado para socorrê-la, mas também foi agredido. O agressor seria Eussandro Ferreira Nascimento, que, conforme informações repassadas por rede social, teria se evadido do local em seguida.

O vídeo do momento em que a senhora é socorrida pelo SAMU circula na cidade, e traz revolta entre toda a comunidade. Segundo informações ela sempre anda acompanhada por ter problemas mentais.

 

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A adolescente Carolina de Macedo, 14 anos, e seu namorado Daniel Rocha da Silva, 16 anos, que moravam no Conjunto 2002, região do bairro Nova Teresina, foram assassinados com 20 facadas cada um no alto de um morro, na rua Mirindiba, no bairro Anita Ferraz, zona leste de Teresina. Os corpos foram encontrados por volta das 13h deste sábado (14).

O local onde as vítimas foram mortas é de difícil acesso e para alguém chegar ao morro é preciso subir uma escada feita de barro de cerca de 20 metros.

Casal de adolescentes é assassinado com mais de 40 facadas em THE (Crédito: Efrem Ribeiro)

O sargento Kelson Freitas, do 5ª Batalhão da Polícia Militar, disse que a polícia foi chamada após denuncias de que o casal teria sido executado no local. Ao chegar no morro, os policiais percebam os dois corpos, sendo que o da jovem tinha mais de vinte perfurações, que atingiram o pescoço, as costas e o tórax. O namorado da jovem também recebeu mais de vinte facadas que atingiram o abdome, o tórax, braços e costas.

O padrasto de Daniel afirmou a agentes da Delegacia de Homicídios que o garoto era usuário de drogas e pode ter sido assassinado por conta de dividas.

Casal de adolescentes é assassinado com mais de 40 facadas em THE (Crédito: Efrem Ribeiro)
Casal de adolescentes é assassinado com mais de 40 facadas em THE (Crédito: Efrem Ribeiro)

O sargento Josimar, do 5ª Batalhão da Polícia Militar, informou que o casal pode ter sido vitima de uma emboscada, já que, segundo ele, a família disse que amigos de Daniel Rocha da Silva e de Carolina de Macedo passaram por volta das 2 da madrugada na casa deles os convidando para uma festa de reggae no bairro Anita Ferraz.

A principio, a polícia constatou que apesar do local ser ermo, não houve desova dos corpos, porque se tivessem sido assassinados em outro local e levados para o morro, teriam ficado marcas de sangue na escada.

Os servidores do IML tiveram muita dificuldade de recolher os corpos do local.

Terceiro Corpo

Um terceiro corpo encontrado em estado de decomposição em Teresina, na tarde deste sábado, foi o do aposentando José Raimundo, 70 anos. O corpo foi encontrado na residência do idoso, na rua Altamira do Pará, no bairro Alto da Ressurreição, zona sudeste de Teresina.

O trabalhador autônomo Daniel Toscano, vizinho do idoso, disse que José Raimundo era aposentado e o corpo foi encontrado provavelmente quatro dias após sua morte.

Daniel afirmou que o idoso gostava de consumir bebidas alcoólicas e os vizinhos não deram conta de seu desaparecimento, mas, por conta do forte mal cheiro, retiraram as telhas da residência e perceberam seu corpo dentro de uma rede, já em avançado estado de decomposição.

O vizinho informou que a perícia esteve na casa do idoso e constatou que ele foi vitima de morte súbita.

Meio Norte
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A Câmara de Vereadores da cidade de Bom Jesus, na região Sul do Piauí, está impedida pela Justiça de reajustar os salários do prefeito, do vice-prefeito, dos secretários e dos próprios vereadores. O aumento de 87,5% foi aprovado em duas sessões ocorridas nos dias 12 e 15 de setembro.

A proibição atende ao pedido em caráter liminar de Ação Civil Pública movida pelo MPE (Ministério Público Estadual). Nesta segunda-feira (21), o juiz da Comarca de Bom Jesus, Heliomar Rios Ferreira, determinou a suspensão do reajuste destacando que ele fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.

De acordo com os decretos legislativos, os salários dos vereadores seriam reajustados de R$ 5.600 para R$ 10.500. O do presidente da mesa diretora saltaria de R$ 8.400 para R$ 15.750. O do prefeito, que recebe atualmente R$ 18.600, passaria para R$ 24.500.

Atualmente, Bom Jesus possui 11 vereadores. O município tem população estimada em 24.532, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O promotor de Justiça Jorge Luiz da Costa Pessoa, da 2ª Promotoria de Bom Jesus, alegou no pedido que se somados apenas os valores dos aumentos, anualmente, o município de Bom Jesus terá um gasto de quase R$ 1 milhão.

“A Lei de Responsabilidade Fiscal, em seu artigo 21, parágrafo único, expressa que ‘é nulo de pleno direito o ato que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos 180 dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder ou órgão referido no artigo 20. Como tais decretos foram aprovados e publicados no mês de setembro deste ano, tais atos são nulos conforme previsão legal”, explicou.

Desde a aprovação do reajuste, moradores de Bom Jesus realizaram protestos em frente à Câmara de Vereadores.  O último protesto ocorreu na noite deste domingo (20). Cerca de 200 pessoas foram à frente da Câmara com faixas e cartazes com frase como “Não há doença pior que um salário indigno e injusto” e “Vereador não é profissão”. Segundo a Polícia Militar, o protesto foi pacífico e não houve registro de tumultos.

Vereador promete recorrer

Procurado pela reportagem do UOL, o presidente da Câmara de Vereadores, Raimundo Tertuliano, afirmou, nesta segunda-feira, que vai recorrer da decisão judicial. Ele disse que “sequer a Câmara foi ouvida” para explicar o aumento.

Segundo Tertuliano, os 87,5% correspondem ao teto que a Câmara pode pagar aos vereadores no mandato de quatro anos e que não haverá reajuste nos salários de 2017, além da correção da inflação. Ele não soube explicar, porém, em qual índice a Câmara se baseou para estipular o reajuste de 87,5%.

“Essa é uma projeção salarial, e a politicagem aqui logo entende errado. Nosso salário de janeiro, por exemplo, terá apenas o reajuste da inflação porque a Câmara não tem condições financeiras de pagar mais que isso. Estamos em crise, e nós da mesa [diretora] já ganhamos pouco mais de R$ 7 mil”, disse Tertuliano.

O vereador destacou ainda que a aprovação do aumento de 87,5% se deu antes de qualquer vereador saber que iria ser eleito ou reeleito. Segundo a legislação, a Câmara de Vereadores deve aprovar os orçamentos para o próximo mandato 15 dias antes de cada eleição.

Fonte: UOL

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Quatro pessoas foram presas no dia da aplicação das provas, no ano passado.Organizadora do concurso tem 15 dias para divulgar novo cronograma.

Quatro são presos pelo Greco suspeitos de fraudar concurso da Sejus (Foto: Fernando Brito/G1)

A Secretaria Estadual de Justiça (Sejus) anulou a primeira etapa do concurso para agentes penitenciários do Piauí, que teve provas realizadas no mês de setembro de 2016. O órgão seguiu parecer da Procuradoria geral do Estado (PGE), que levou em conta a comprovação de um esquema de fraude na aplicação do certame.

No dia da realização das provas, quatro pessoas foram presas com cola ou esboços de gabarito. Poucos dias depois, a Sejus decidiu suspender o certame até a conclusão das investigações policiais.

Ainda de acordo com a portaria, o Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos da Universidade Estadual do Piauí (Nucepe), entidade organizadora do concurso, terá o prazo de 15 dias para divulgar o novo Anexo I (Cronograma de Execução), com nova data de aplicação das provas e das outras etapas do certame. A portaria aguarda publicação no Diário oficial do Estado do Piauí.

Mais de sete mil pessoas participaram do concurso, que previa 400 vagas para o cargo de agente penitenciário, com remuneração bruta de R$ 5.966,14. O certame estimava ainda que os 75 primeiros classificados seriam chamados de forma imediata.

G1

 

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Crysleide Sousa foi encontrada morta pelas amigas na própria casa em que vivia com o prefeito Mauricim, nesta sexta-feira (13).

Crysleide Sousa

A primeira-dama da cidade de Barreiras do Piauí tirou a própria vida com um tiro na cabeça. A arma utilizada foi encontrada ao lado do seu corpo por volta das 15h.

De acordo com informações, Crysleide havia acabado de entrar em casa, ela havia saído com umas amigas, porém minutos depois vizinhos escutaram os disparos.

No momento da fatalidade, o prefeito Mauricim encontrava-se na prefeitura trabalhando. Comenta-se que Crysleide sofria de depressão.

Após o ocorrido, a cidade ficou abalada. A polícia passou o final da tarde e noite no local investigando o caso.

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Em matéria do G1, portal da Rede Globo, informa que o jornal britãnico The Guardian revela que as conversas podem ser acessadas , mesmo com criptografia anunciada pelo dispositivo.

Confira a postagem abaixo e tenha mais cuidados com  conversas mais reservadas:

 

WhatsApp tem falha que permite ler conversa mesmo com criptografia, diz jornal

Falha ocorre na forma como aplicativo de mensagem adota sistema de codificação de mensagens, afirma ‘Guardian’.

O WhatsApp possui uma brecha que permite ler conversas dos usuários mesmo que as mensagens estejam criptografadas, informa o jornal britânico “The Guardian”, em reportagem publicada nesta sexta-feira (13).

A falha foi descoberta por Tobias Boelter, um pesquisador da Universidade de Berkeley, na Califórnia, que chegou a comunicá-la em abril do ano passado ao Facebook, o dono do aplicativo de mensagem, que não resolveu o problema.

A vulnerabilidade decorre, diz o jornal, da forma como o WhatsApp implantou um modelo de criptografia de ponta-a-ponta.

Esse sistema gera chaves únicas de segurança para cada usuário. É com elas que as mensagens são codificadas e decodificadas. A criptografia de ponta-a-ponta, como o nome sugere, protege todo o trajeto da comunicação entre as pontas (os participantes) de uma conversa. Com ela, nenhum intermediário, nem mesmo o WhatsApp, deve ser capaz de interferir na conversa e obter o conteúdo que foi compartilhado.

Só que o WhatsApp adaptou o protocolo Signal, desenvolvido pela Open Whisper Systems, amplamente usado por outros aplicativos “seguros”, como, por exemplo, o Telegram. Essa modificação permite que o aplicativo force a troca das chaves de um usuário que não esteja conectado à internet sem que as pessoas que conversem com ele sejam avisadas. A partir daí, todas as mensagens marcadas como não entregues são criptografas com a nova chave e enviadas novamente, diz o “Guardian”.

Nova chave

É durante a nova codificação das mensagens e o reenvio que a interceptação das mensagens se torna possível, ainda de acordo com a publicação. “Se o WhatsApp for questionado por uma agência governamental para revelar um registro de mensagem, pode efetivamente garantir acesso por causa dessa mudança de chaves”, afirmou Boelter ao jornal.

As pessoas que conversem com esse usuário cuja chave foi modificada até podem ser notificados da mudança, mas apenas se tiverem acionado essa opção nas configurações do app e só depois de as mensagens terem sido reenviadas.

 

O protocolo Signal originalmente não permite o reenvio automático de mensagens se um usuário off-line muda sua chave enquanto algumas de suas mensagens não foram entregues ao destinatário. Além disso, o remetente é avisado da troca dos códigos de encriptação.

“Podem dizer que essa vulnerabilidade pode apenas ser explorada para espionar uma só mensagem, não conversas inteira. Isso não é verdade se você considerar que o servidor do WhatsApp pode encaminhar mensagens sem mandar a notificação de que a mensagem não foi entregue [sinalizada pelo duplo tique], o que os usuários podem não notar. Usando a retransmissão da vulnerabilidade, o servidor do WhatsApp pode mais tarde conseguir uma transcrição de toda a conversa, não apenas de uma única mensagem”, afirmou Boelter.

A adoção de criptografia ponta-a-ponta foi anunciada pelo WhatsAppno ano passado – antes disso, o app já usava um modelo mais simples de codificação de mensagens.

Questionado pelo jornal, o WhatsApp diz que o envio automático após a troca de chaves é feito para as mensagens sempre cheguem a seu destino. “Nós sabemos que as razões mais comuns para isso acontecer [troca de chaves] são porque as pessoas trocam de celulares ou reinstalam o WhatsApp. Isso ocorre porque em muitas partes do mundo, as pessoas frequentemente mudam de aparelho ou de SIM card. Nessas situações, nós queremos dar às pessoas a certeza de que as mensagens serão enviadas, não perdidas no meio do caminho”, afirmou um porta-voz do aplicativo ao jornal.

Entenda a criptografia de ponta-a-ponta

Essa solução funciona a partir da troca de chaves criptográficas, a tecnologia responsável pelo processo que embaralha e codifica cada mensagem individualmente. A vantagem desse tipo de criptografia é que o processo é invisível e não exige nenhuma ação por parte dos usuários: as chaves são recebidas e utilizadas automaticamente.

Essa troca deve, idealmente, ocorrer diretamente entre os participantes de uma conversa. Isso dá trabalho e, no mundo real, sistemas de criptografia utilizam entidades confiáveis para verificar a legitimidade das chaves.

No caso do WhatsApp, a troca é intermediada pelo aplicativo. Isso significa que uma falha de segurança no app ainda pode permitir que um espião interfira no processo de troca de chaves, violando a segurança e a privacidade da comunicação do mesmo jeito que seria possível antes do WhatsApp adotar a criptografia de ponta-a-ponta.

Teste de confidencialidade

Como a comunicação passa a depender da segurança de um intermediário, o sigilo não está mais só nas mãos dos participantes da conversa. É por isso que o WhatsApp possui um meio de conferir se a troca de chaves ocorreu de maneira correta. Ou seja: se a chave recebida por seu amigo é a mesma que ele enviou, então está tudo certo e o processo ocorreu de maneira segura.

A verificação consiste em abrir o perfil de um contato no WhatsApp e clicar em Criptografia – o item com um cadeado. Depois, basta escanear o código QR que aparecer na tela. Em caso de segurança, o código se transforma em um tique verde.

O ideal é fazer isso pessoalmente, mas é possível usar outros meios, como uma chamada em vídeo. Junto do código QR também há uma série de números que pode ser usada para comparação por outros meios, como uma chamada telefônica.

A ideia principal é que a verificação não ocorra pelo próprio WhatsApp. Quanto mais confiável e menos sujeito a interferência ou grampos for o método usado na verificação, melhor será a segurança.

Ainda há riscos?

Mesmo com todos esses processos, um ataque é teoricamente possível. Criminosos ou espiões, porém, teriam uma dificuldade considerável para intervir no processo de troca de chaves, já que ele também é protegido por chaves criptográficas do próprio aplicativo.

Ao criar um meio de checagem manual, o WhatsApp demonstra compromisso com a segurança dos usuários e busca se isentar de qualquer acusação de colaboração com a espionagem governamental, como a que foi revelada por Edward Snowden.

Por outro lado, como o WhatsApp está intermediando essa troca, os desenvolvedores do aplicativo têm acesso às chaves que forem transmitidas. Isso, no entanto, não compromete o sigilo da conversa.

O sistema de criptografia usado no WhatsApp é “assimétrico”, em que a chave usada para codificar uma mensagem no envio não é a mesma usada para decifrá-la quando ela é recebida. A chave capaz de decifrar as mensagens é diferente para cada usuário e fica somente no aparelho de telefone, não sendo transmitida ao WhatsApp. É por isso que a empresa não tem acesso ao conteúdo das chamadas e conversas.

G1

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Um dos detentos assassinados dentro da Casa de Custódia da Capital na tarde desta quinta-feira (12) teve os olhos, o coração e outros órgãos arrancados do corpo. A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen-AL), Klayton Bertoldo.

A brutalidade registrada no “Cadeião”, como é conhecido o presídio, se assemelha aos massacres que ocorreram no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, no Amazonas, e na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Roraima. Nos dois casos, os detentos também tiveram órgãos removidos, além de alguns terem sido esquartejados e decapitados.

Até o momento, o motivo exato das mortes ainda não foi confirmado, mas há a possibilidade, ainda de acordo com o presidente do Sindapen-AL, de que exista conexão com disputa entre facções criminosas. “Uma das possibilidades é de que tenham descoberto que estes dois detentos mortos tivessem ligação com outra facção, rival ao dos seus companheiros de cela, e decidiram eliminá-los”, disse Klayton.

 

TNH1

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