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Em 24 horas o Maranhão teve 20 mortes por coronavírus

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O Maranhão registrou mais 20 mortes por Covid-19 e chegou a 145 óbitos na segunda-feira (27), em 2528 casos confirmados de coronavirus e 533 recuperados segundo boletim divulgado nesta noite pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O novo coronavírus atinge 62 municípios em todo o Maranhão. Veja a lista das cidades abaixo:

Açailândia – 12 casos

Alcântara – 1 caso

Altamira do Maranhão – 1 caso

Alto Alegre do Pindaré – 1 caso

Anajatuba – 6 casos

Arari – 3 casos

Bacabal – 21 casos

Bacabeira – 8 casos

Balsas – 4 casos

Barreirinhas – 6 casos

Brejo – 1 caso

Bom Jardim – 1 caso

Buriticupu – 1 caso

Cachoeira Grande – 4 casos

Cajapió – 1 caso

Cantanhede – 1 caso

Caxias – 15 casos

Centro Novo do Maranhão – 4 casos

Chapadinha – 9 casos

Codó – 3 casos

Colinas – 4 casos

Conceição do Lago Açu – 1 caso

Cururupu – 2 casos

Davinópolis – 2 casos

Estreito – 1 caso

Governador Edison Lobão – 1 caso

Governador Nunes Freire – 1 caso

Imperatriz – 92 casos

Junco do Maranhão – 1 caso

Lago da Pedra – 2 casos

Magalhães de Almeida – 1 caso

Mata Roma – 1 caso

Matinha – 7 casos

Milagres do Maranhão – 2 casos

Miranda do Norte – 4 casos

Mirinzal – 1 caso

Monção – 1 caso

Morros – 3 casos

Olho d’Água das Cunhãs – 1 caso

Paço do Lumiar – 80 casos

Pedreiras – 2 casos

Presidente Dutra – 1 caso

Presidente Juscelino – 4 casos

Raposa – 11 casos

Rosário – 10 casos

Santa Inês – 4 casos

Santa Rita – 14 casos

São Benedito do Rio Preto – 1 caso

São João Batista – 1 caso

São Francisco do Brejão – 1 caso

São João dos Patos – 1 caso

São José de Ribamar – 146 casos

São Luís – 1977 casos

Timon – 16 casos

Trizidela do Vale – 2 casos

Tuntum – 2 casos

Urbano Santos – 3 casos

Vargem Grande – 4 casos

Viana – 4 casos

Vitória do Mearim – 6 casos

Vitorino Freire – 1 caso

Zé Doca – 6 casos

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Notícia Geral

Brasil ultrapassou a marca de 500 mil mortos por Covid-19

Meio milhão de mortos por Covid-19. A trágica marca foi superada no Brasil neste sábado (19).

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Sem nunca ter tido a pandemia sob controle, país atinge trágica marca com mortes novamente em alta, imerso em caos sanitário e com brasileiros tendo que lutar com negacionismo científico e desinformação.
Meio milhão de mortos por Covid-19. A trágica marca foi superada no Brasil neste sábado (19/06). No mundo, é o segundo país com mais vítimas do novo coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos, que têm uma população 55% maior e 600 mil mortos.

Ao contrário dos americanos, porém, que veem a pandemia retroceder após uma grande campanha de vacinação, o Brasil está no seu segundo maior patamar de casos e mortes diárias, superado apenas pela crise de março e abril, e a dinâmica do coronavírus é de estabilidade ou aceleração na maioria dos estados.

Na última quarta, o número de novas mortes diárias, pela média móvel de sete dias, voltou superar as 2 mil, o que não ocorria desde 10 de maio. O número de novos caso diários, pelo mesmo critério, está em 70 mil, próximo ao pico do final de março de março, quando estava em 77 mil.

Desde o início de maio, a taxa de reprodução do vírus no Brasil é igual ou maior que 1, o que indica persistência ou aceleração da contaminação. Esse número havia ficado abaixo de 1 durante a maior parte do mês de abril. Foi naquela época que governadores e prefeitos começaram a relaxar as regras que restringiam a circulação de pessoas, um dos motivos apontados por especialistas para a atual alta.

Esses dados se refletem na ocupação dos leitos de UTI, que nesta semana era superior a 90% em dez capitais e no Distrito Federal. No interior de São Paulo, havia no último domingo 5.206 pessoas em leitos de terapia intensiva para covid-19, número mais alto do que pico anterior, de 6 de abril.

A situação da pandemia no momento é “extremamente delicada” no país, diz a epidemiologista Carolina Coutinho, pesquisadora da EAESP/FGV.

As variantes mais transmissíveis do coronavírus, que têm maior capacidade de contaminar pessoas ou reinfectar as que já haviam se recuperado da doença, também contribuem para a resiliência da pandemia.

Um estudo realizado pelo Instituto Butantã com casos identificados até o dia 29 de maio, identificou a variante Gamma (ou P1, encontrada inicialmente em Manaus), em 89,9% das infecções no estado de São Paulo. A Alfa, originada no Reino Unido, representou 4,2% das infecções, e a Beta, da África do Sul, 3,5% Não foram identificadas amostras da Delta, da Índia. Em âmbito nacional, o país tem baixa capacidade de fazer a vigilância genômica, que identifica as novas variantes, diz Coutinho.

Presidente contra ciência
Como pano de fundo do caos sanitário, os brasileiros acompanham desde o início de maio os depoimentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado, que apura responsabilidades e omissões do governo federal em relação à pandemia.

Os depoimentos revelaram detalhes e organizaram informações que já vinham sendo apresentadas pela imprensa desde o ano passado. Eles mostraram que o presidente Jair Bolsonaro impediu ministros da saúde de seguirem as recomendações científicas, promoveu remédios comprovadamente ineficazes, entrou em conflito com governadores e prefeitos que defendiam o isolamento social e recusou diversas ofertas de vacinas.

Em meados de 2020, por exemplo, o Ministério da Saúde negou uma oferta de 70 milhões de doses da Pfizer, e outra de 60 milhões feita pelo Instituto Butantã.

Com o agravamento da pandemia neste ano, o presidente fechou novos acordos de compra de vacinas e agora pede a antecipação da entrega de doses que haviam sido rejeitadas em 2020, e prometeu no início de junho que todo brasileiro que quiser será vacinado até o final do ano.

Mas ele segue promovendo aglomerações, criticando medidas de isolamento social, questionando o uso de máscaras e promovendo teorias conspiratórias. Na quinta, em sua live semanal, Bolsonaro disse que a máscara reduz a oxigenação de quem a está usando, o que é mentira. Em 10 de junho, o presidente propôs o fim da obrigatoriedade da proteção facial para vacinados ou pessoas que já superaram uma infecção pelo coronavírus, ideia considerada “absurda” e “temerária” por especialistas neste momento da pandemia.

Vacina escassa
A recusa de ofertas de doses de vacina pelo governo no ano passado e obstáculos para importar da China o Insumo Farmacêutico Ativo usado para preparar a Coronavac e a vacina da AstraZeneca no Brasil impediram que o país estruturasse a partir do início do ano um ritmo de imunização compatível com a capacidade do Sistema Único de Saúde.

Segundo pesquisas feitas por epidemiologistas e cientistas de dados, o ritmo adequado para o enfrentamento da pandemia seria de pelo menos 2 milhões de doses diárias. Com vacinação lenta e contaminação em alta, o vírus acaba saindo vitorioso nessa corrida.

Em abril, o país aplicou uma média de 730 mil doses por dia, o número recuou para 599 mil por dia em maio, e até quarta, 709 mil por dia em junho, segundo painel mantido pelo Ministério da Saúde. Somente na última quinta, o país superou pela primeira vez a marca das 2 milhões de doses por dia, aplicando 2,2 milhões delas.

O Brasil completou a vacinação de 11% de sua população de 211 milhões. Nos Estados Unidos, essa taxa é 44%, e na Alemanha, 29%. Especialistas estimam que a imunidade coletiva contra a covid-19 só será alcançada com cerca de 80% da população vacinada. Até lá, os países terão que manter medidas de controle como testagem continuada e uso de máscaras e restrição a aglomerações onde as taxas de contágio são altas.

Subnotificação esconde tragédia maior
O biólogo Marcelo Bragatte, um dos coordenadores da Rede Análise Covid-19, afirma que a marca simbólica dos 500 mil mortos já havia sido rompida há alguns meses, e que o Brasil, na realidade, teria no momento cerca de 600 mil óbitos pela doença, considerando a notificação.

Sua projeção considera o excesso de óbitos por síndrome aguda respiratória grave (SRAG) desde o início da pandemia, comparado com os dados de anos anteriores. “Há muitos casos em que a pessoa falece, não confirma que foi covid, e ela fica no limbo como SRAG”, diz. Essa estimativa colocaria o Brasil empatado com os Estados Unidos na liderança do número de mortes.

Mantido o atual ritmo de vacinação, ele projeta que o país seguirá com números elevados de novos casos e óbitos. Isso só será revertido se a população adotar os comportamentos recomendados para evitar a disseminação do vírus, como uso de máscaras, distanciamento social e evitar reuniões em espaços fechados. “Como não temos as medidas sanitárias por parte do governo, recai sobre o cidadão tomar as medidas que ele puder”, afirma.

O problema é que não é somente a contaminação pelo vírus que não recua. “A desinformação no país não desce. Ela está em um platô. E, com isso, as ações das pessoas não melhoram”, diz Bragatte.

Fonte: Amp.dw.com

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Realizado o Dia D da Campanha Eletrolixo no Rotary Club de Codó

A Campanha Eletrolixo, um projeto de sustentabilidade que tem por objetivo retirar do meio ambiente todo lixo eletro eletrônico, por meio de doações de empresas, instituições e o público em geral.

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O Rotary Club de Codó, em parceria com Rotary Club de Teresina, está realizando a Campanha Eletrolixo, um projeto de sustentabilidade que tem por objetivo retirar do meio ambiente todo lixo eletro eletrônico, por meio de doações de empresas, instituições e o público em geral.

O engenheiro especialista em Saneamento Básico e Ambiental, Evimar Barbosa, que é sócio representativo do Rotary Club de Codó desde 2001, esteve com o presidente Gervásio Rodrigues e falou sobre a importância do Dia D da Campanha Eletrolixo, que aconteceu durante todo o dia 19 de junho, sábado.

“Estamos no mês de junho, onde celebramos sempre no início do mês a Semana do Meio Ambiente e o Dia Mundial do Meio Ambiente no dia 5. Esta campanha é tradicional e uma iniciativa importantíssima, que já faz parte do calendário do Rotary Club e que, ao mesmo tempo em que tira da natureza toneladas de lixo eletro eletrônico, destina seus recursos para ações sociais e projetos de capacitação e inclusão digital para Jovens”, explicou o parlamentar.

No dia D da campanha Eletrolixo, empresas, entidades e os codoenses puderam realizar suas doações em vários pontos estratégicos espalhados pela cidade, como Tiro de Guerra, UEMA, Corpo de Bombeiros, IFMA, Restaurante Malagueta, Supermercado Mateus e outros.

“Temos a certeza que cada vez mais, mais codoenses irão doar seu material eletrônico para o projeto, que irá se tornar um hábito para os munícipes, porque amam Codó e seus belos recursos naturais. Esperamos uma crescente adesão da sociedade, que farão o descarte desse material de maneira correta, protegerão o meio ambiente da nossa cidade e ainda ajudarão projetos que beneficiem os nossos jovens”, concluiu Evimar Barbosa.

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Chico Miguel participa de Assembleia extraordinária

Chico Miguel pré-candidato a deputado estadual, participou de uma assembleia extraordinária no município de Esperantinópolis.

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O pré-candidato a deputado estadual Chico Miguel, esteve no município de Esperantinópolis, acompanhado pela secretária de mulheres da Federação dos trabalhadores agricultores e agricultoras do Estado do Maranhão (Fetaema), Gercina, Lucas e Patrícia, ambos coordenadores regionais da Fetaema.
Chico Miguel foi ao município participar de uma assembleia extraordinária, que teve como pauta o projeto da Fetaema para o ano de 2022.


O sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais declarou apoio ao projeto Político da Federação dos trabalhadores e trabalhadoras rurais do Estado do Maranhão.


“Hoje, participamos desta Assembleia extraordinário junto com os companheiros, que serviu para discutirmos com mais detalhes o projeto Político, entendemos que os trabalhadores rurais precisam de um representante genuíno na Assembleia Legislativa, vamos lutar com muita garra para alcançar o objetivo”, disse Chico Miguel.

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