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Governo descumpre acordo e municípios do Maranhão perdem R$ 83 milhões este ano

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Medida adotada pelo presidente Michel Temer faz com que prefeituras do estado continuem mergulhadas em uma crise financeira sem precedentes.

Presidente da FAMEM lamentou o descumprimento do acordo feito pelo governo federal.

 

A gestão do presidente Michel Temer (PMDB) descumpriu, mais uma vez, acordo feito com os municípios brasileiros.

De acordo com informações repassadas pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta quinta-feira (28), somente em 2018 o governo federal depositará nas contas das prefeituras R$ 2 bilhões em recursos oriundos do Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM).

O pagamento estava agendado para este mês, conforme garantiu o próprio Michel Temer durante encontro com gestores públicos municipais de todo o país no mês passado, em Brasília.

As 217 cidades do Maranhão seriam beneficiadas com R$ 83 milhões, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) à época.

A divisão dos recursos do AFM obedeceria aos mesmos critérios utilizados pela União para repartir o dinheiro proveniente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Os recursos extras estavam sendo aguardados por prefeitos e prefeitas de várias regiões do estado e seriam utilizados para pagamento do funcionalismo público, por exemplo.

“Trata-se, mais uma vez, de uma ação do presidente da República contra a municipalidade maranhense e brasileira. Estes recursos extras, garantidos pelo senhor Michel Temer durante encontro com prefeitos e do qual eu participei, chegariam em uma boa hora e estavam sendo aguardados pelos gestores como uma espécie de salvação da pátria. Agora, com a informação de que o repasse não será feito este ano, as prefeituras do Maranhão voltam à situação de colapso financeiro”, afirmou o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema.

Em julho, Michel Temer também não honrou compromisso firmado com a municipalidade brasileira.

Na oportunidade, ele não autorizou o depósito nas contas das prefeituras de R$ 168 milhões referentes à antecipação da compensação do FUNDEB.

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Covid-19: Ministério da Saúde prevê até 3 mil mortes diárias em março

A cúpula do Ministério da Saúde espera que o Brasil atravesse nas próximas duas semanas o pior momento da pandemia.

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A cúpula do Ministério da Saúde espera que o Brasil atravesse nas próximas duas semanas o pior momento da pandemia. O Valor apurou que, no entorno do ministro Eduardo Pazuello, a expectativa é que haja uma explosão de casos e mortes no período, com os óbitos ultrapassando a barreira dos 3.000 por dia.
O diagnóstico decorre de uma tempestade perfeita: o alastramento do vírus em todo o país, impulsionado pelas aglomerações no fim do ano e no Carnaval; a dificuldade da população de manter-se em isolamento social; a circulação no país de novas variantes mais contagiosas e com grande carga viral; a iminência de um colapso do sistema hospitalar em diversos Estados ao mesmo tempo; e a falta de vacinas disponíveis para imunizar os brasileiros.
As atenções da pasta estão voltadas sobretudo para a região Sul. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a ocupação de leitos de UTI tem estado próximo ou acima de 100% durante toda a semana.
Na região Norte, embora o número de casos seja menor, há preocupações quanto à pouca disponibilidade de leitos. Os alertas também já dispararam quanto à situação de Estados como Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Na visão da equipe de Pazuello, São Paulo tem conseguido até o momento evitar o pior por possuir a maior rede hospitalar do Brasil. Principal porta de entrada do país, o Estado mais populoso da federação registrou 60 mil das cerca de 260 mil mortes pelo coronavírus em solo brasileiro. Para a equipe de Pazuello, se um colapso hospitalar ocorrer ali, os números dessa “tragédia anunciada” podem subir exponencialmente.
A cúpula da Saúde entende que não há muito no momento o que fazer, a não ser estimular a reabertura de hospitais de campanha nos Estados. O governo federal também cogita novas instalações desse tipo já nos próximos dias.
As ações de fechamento e restrições à circulação de pessoas estão nas mãos dos Estados.
O governo federal não vai decretar lockdown nacional, escorado em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e também por acreditar que as decisões devem ser tomadas levando em critérios regionais.
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Codó-MA, vive dias negros, o município não tem mais leitos na UTI por causa da Covid-19

Em Codó, 100% dos leitos de UTI estão ocupados.

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De acordo com informações do Blog do Acelio, até ontem meio dia, existiam 06 vagas na UTI do HGM de Codó.
Hoje, sábado (06), o Prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, gravou um vídeo relatando que 100% dos leitos estão ocupados e que após essa lotação, uma idosa de 87 anos chegou com 70% do pulmão comprometido e será transferida para um outro local, pois Codó não comporta mais nenhum paciente.
É uma triste situação para o município e o Prefeito pede para que as pessoas se sensibilizem e façam sua parte, evitem aglomerações e fiquem em casa.

Acompanhe o vídeo do Prefeito Dr. Zé Francisco. 

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No interior do Maranhão, homem é preso por divulgar vídeos íntimos da ex-namorada

Segundo a polícia, homem enviou imagens para familiares da ex-namorada, logo após o término do relacionamento. Ele nega o crime.

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A Polícia Civil, com apoio da Guarda Municipal, prendeu nesta quinta-feira (4) um homem acusado de injuriar e exibir vídeos íntimos da ex-namorada, de 19 anos, em São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís.

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O homem, de 29 anos, foi preso no bairro J. Lima. Segundo a polícia, ele enviou fotos e vídeos íntimos da ex-companheira  há cerca de 20 dias, logo após o término do relacionamento.

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O homem nega as acusações, mas foi encaminhado para a Penitenciária de Pedrinhas, em São Luís.

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