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MARANHÃO REGISTRA 20 NOVAS MORTES POR COVID-19 EM 24H

No domingo (28), foram confirmadas 20 novas mortes por covid-19,

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No domingo (28), foram confirmadas 20 novas mortes por covid-19, segundo a Secretária de Saúde (SES). Número de casos ativos se aproxima de 10 mil casos ativos.
O Maranhão chegou neste domingo (28) a 219.307 casos e 5.052 mortes pela Covid-19. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Nas últimas 24 horas, foram registrados 74 novos casos.
Veja também:
Das novas infecções, 19 foram na Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa), 18 em Imperatriz e 37 nos demais municípios do Estado.
Até o momento, 204.268 pacientes já se recuperaram da Covid-19.
O Maranhão confirmou, na noite de sexta-feira (26), o primeiro caso da variante brasileira P.1 da Covid-19, originalmente identificada no Amazonas. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Covid-19

Brasil bate o recorde com 3.650 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas

O susto aumentou e transformou em medo com o número excessivo de mortes em um só dia pela Covid-19. Foram registrados 3.650 óbitos e 84.245 novos casos de infectados no pais desde o início da pandemia em março do ano passado.

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E olha que esse total alarmante não inclui os resultados do Ceará, que é um estado batendo nas alturas no número de mortos. Agora, o número total de óbitos foi para 307.112 e o de casos registrados saltou para 12.404.414.

Ainda assim, existem pessoas que continuam brincando com o vírus, aglomerando e não usando máscaras e nem álcool em gel. E muitos governadores com receio de tomarem medidas mais duras para que a população, quando puder, permaneça em casa.

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Covid-19

Em Codó, criança de 05 anos morre vítima de Covid-19

É o primeiro óbito de criança registrado em Codó por Covid-19.

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Conforme escreveu Acelio Trindade em seu blog, uma criança de 05 anos veio a óbito por Covid-19 na cidade de Codó-MA. O caso foi confirmado agora pela manhã, pelo prefeito da cidade, Dr. Zé Francisco.
O mesmo disse que o menino chegou ao hospital com grave falta de ar, saturado 49, quando o ideal seria entre 95 a 100. O médico intensivista de plantão se prontificou a ajudar, mas segundo o prefeito, a família da criança quis levar para a UPA, alegando que lá o médico que estava atendendo, já tinha o hábito de cuidar da criança.
Chamaram então a Unidade de Suporte Avançado (Ambulância USA), mas não deu mais tempo.
Esse é o primeiro óbito de criança registrado em Codó, em decorrência da Covid-19.
O prefeito confirmou ainda que na data de ontem, aconteceram 02 óbitos por complicações da Covid-19, contabilizando o número de 138, para 140 óbitos.

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Covid-19

Governo iniciou distribuição de mais 5 milhões de doses de vacina

Entrega de imunizantes começou e deve se estender até domingo

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O Ministério da Saúde vai distribuir mais de 5 milhões de doses de vacinas contra covid-19, de forma proporcional e igualitária a todos os estados e ao Distrito Federal. A previsão é de que as entregas comecem ainda hoje (20) e sigam neste domingo (21).

O Ministério da Saúde vai distribuir mais de 5 milhões de doses de vacinas contra covid-19, de forma proporcional e igualitária a todos os estados e ao Distrito Federal. A previsão é de que as entregas comecem ainda hoje (20) e sigam neste domingo (21).

Do total de doses, pouco mais de 1 milhão correspondem à primeira remessa de vacinas da AstraZeneca/Oxford (Covishield), produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Outras 3,9 milhões são referentes a mais um lote da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.

De acordo a pasta, em seu 7º Informe Técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), a nova remessa da CoronaVac vai atender aos profissionais de saúde e idosos de 70 a 74 anos, enquanto os imunizantes da AstraZeneca contemplarão comunidades ribeirinhas e quilombolas.

A estratégia foi definida pelo Ministério da Saúde considerando as possíveis dificuldades logísticas para o atendimento a essas comunidades e o prazo maior para a aplicação da segunda dose da vacina produzida pela Fiocruz. Como o intervalo entre as doses é de 12 semanas, isso deve facilitar o cumprimento do esquema vacinal em locais de difícil acesso. No caso da vacina do Butantan, o intervalo máximo entre as doses é de quatro semanas.

“A expectativa é que essa distribuição contemple 100% dos moradores de comunidades ribeirinhas e 63% da população em comunidades quilombolas em todo o país”, informou a pasta. A previsão é que as doses pendentes para os povos quilombolas sejam entregues na próxima etapa de distribuição, o que deve acontecer na próxima semana, entre os dias 22 e 26 de março.

Garantia da segunda dose

Ainda segundo o informe, nesta etapa de distribuição, todas as doses da CoronaVac deverão ser usadas pelos estados como primeira dose. “A recomendação vem após a garantia da estabilidade de entregas semanais das remessas de vacinas com produção nacional e matéria-prima (IFA) importada. Essa estratégia vai possibilitar a aceleração da vacinação dos grupos prioritários no Brasil e redução dos casos graves de covid-19”, informou o Ministério da Saúde

O insumo farmacêutico ativo (IFA) da CoronaVac é produzido no laboratório chinês Sinovac, desenvolvedor da vacina e parceiro do Instituto Butantan.

De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento, essa recomendação era destinada apenas para as doses da Covishield, devido ao intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda aplicação. A pasta ressalta que aplicação das duas doses de cada imunizante deve seguir o intervalo estipulado, para completar o esquema vacinal e consequente imunização.

Cronograma

O Ministério da Saúde informou ainda que já coordenou nove pautas de distribuição de vacinas desde o dia 18 de janeiro, início da campanha de vacinação contra covid-19. Até o momento, foram enviadas aos estados e Distrito Federal cerca de 25 milhões de doses de imunizantes, com mais de 13 milhões de pessoas vacinadas.

Para o mês de março, há a previsão de entrega de um total de 30 milhões de doses: 23,3 milhões da CoronaVac, enviados pelo Butantan em remessas semanais e distribuídas na mesma periodicidade; 3,8 milhões da AstraZeneca/Oxford, vindas da Fiocruz; e mais 2,9 milhões de doses do mesmo imunizante adquiridos via Covax Facility, a aliança internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Ministério da Saúde tem ainda contratos finalizados para receber 100 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech e 38 milhões de doses da Jonhson & Jonhson (produzida pela Janssen), até o fim do ano. A vacina Sputnik V também já entrou no cronograma da pasta, após contrato celebrado com a União Química, e já tem entregas previstas para abril, maio e junho.

Agência Brasil – Brasília

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