Hoje (17) SANDRO MONTENEGRO participou de uma audiência pública na Câmara municipal, SANDRO, verbalizou sobre a temática da reunião, no meio do seu discurso informou que estará saindo da direção do hospital geral da cidade no fim do mês. SANDRO MONTENEGRO, DISSE QUE A DECISÃO É DE CUNHO PESSOAL E QUE ISTO JÁ ESTAVA PREVISTO DESDE DE DEZEMBRO 2016.

Aconteceu  hoje (17) na CÂMARA MUNICIPAL de PERITORÓ-MA, uma Audiência pública que teve como tema “VOLTA BANCO DO BRASIL”. A Audiência  pública, foi uma maneira encontrada pela população peritoroense de cobrar que o BANCO DO BRASIL voltasse ao seu funcionamento normal, com esse objetivo a sociedade organizou-se por seguimento que são eles; setor empresarial, professores, sindicalista, aposentados, pensionista, correntista e demais membros. O  evento contou com autoridades Federal, Estadual e Municipal,  sindicalista, Policia Civil e Militar, representante do BB. ALBERTO FILHO, Deputado Federal-PMDB, parabenizou a iniciativa popular e colocou-se a disposição para ajudar naquilo que for necessário para que a agencia volte aos seus melhores dias, o presidente da comissão de segurança da assembleia Legislativa do Maranhão, Deputado Estadual JÚNIOR VERDE-PRB, disse que a cidade é lugar estratégico e não pode ficar sem BANCO, reiterou  que o Município pode ser contemplado com mais policiais e dessa forma dá mais segurança ao povo e ao Banco do Brasil. PE. JOZIAS, PREFEITO DO MUNICÍPIO, expressou-se  sobre a importância da agência para o desenvolvimento econômico do Município e região, informou que a Prefeitura já estar contribuindo no sentido de melhorar a segurança e consequentemente dando mais segurança para o Banco funcionar na sua totalidade. Depois ACIR PEREIRA, representante do Banco do Brasil, comunicou que o mesmo vai voltar ao normal,  mas ainda sem uma data marcada.

CIVIS

DEP. Estadual Júnior Verde

DR. Raimundo Coelho

CORONEL DA PM

ALBERTO FILHO

PREFEITO

 

 

 

Doleiro que foi alvo da primeira fase da operação fez acordo com a Justiça. Ele foi um dos primeiros delatores da Lava Jato.

Samuel Nunes

Do G1 PR

O doleiro Alberto Youssef, preso da Operação Lava Jato que está detido na sede da Policia Federal em Curitiba, sai para depor na sede da Justiça Federal, no começa da tarde desta quarta feira (4) (Foto: Vagner Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Youssef foi preso na primeira fase da Operação Lava Jato (Foto: Vagner Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo)

No dia em que a Operação Lava Jato completa três anos, o doleiro Alberto Youssef termina de cumprir a pena e ganha, finalmente, a liberdade. Nesta sexta-feira (17), ele deve tirar a tornozeleira que o acompanhou nos últimos quatro meses. A data de retirada foi prevista na decisão em que o juiz federal Sérgio Moro autorizou a mudança de regime de prisão do doleiro de fechado para domicilar.

Na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, Youssef ficou por dois anos e oito meses; a saída foi em novembro. Com autorização de Moro, na PF, o doleiro teve à disposição um celular, que poderia ser usado apenas para ligações de emergência. Ele também foi submetido a restrições de visitas: apenas os advogados e pessoas previamente cadastradas poderiam se encontrar com ele.

Embora já tenha sido condenado por crimes cujas penas somam 117 anos de cadeia, Youssef deixa a prisão graças a um acordo de colaboração premiada. Ele foi um dos primeiros delatores da Operação Lava Jato. Nos depoimentos que prestou à Justiça, ele detalhou, entre outras coisas, as relações espúrias entre parte da classe política, empreiteiras e diretores da Petrobras.

O doleiro chegou a ser considerado pelos investigadores como o chefe do esquema de desvios. Mais tarde, porém, descobriu-se que ele era apenas um dos muitos operadores financeiros que atuavam na lavagem dos recursos ilícitos de propina.

Caso Banestado
Youssef tem consigo uma longa lista de crimes, que vão além da mera participação na lavagem de dinheiro da Lava Jato. De acordo com arquivos policiais, ele começou a “carreira” fora da lei ainda quando adolescente. O doleiro chegou a ser detido junto com a mãe dele, levando contrabando do Paraguai para Londrina, no norte do Paraná, onde ele nasceu.

Já adulto, o sacoleiro começou a atuar como doleiro na região norte do Paraná. Em 2003, ele foi preso por atuar na lavagem de dinheiro promovida por diretores do antigo Banco do Estado do Paraná (Banestado). A fraude era, até a deflagração da Lava Jato, o maior caso de corrupção já descoberto no país. Estima-se que o prejuízo aos cofres públicos tenha sido de R$ 1 bilhão.

Em 2005, Youssef decidiu colaborar com a Justiça pela primeira vez. O acordo de delação firmado à época foi o primeiro realizado no país e serviu como base para a lei sancionada pela ex-presidente Dilma Rousseff, em 2013, que regulamenta os atuais acordos da Lava Jato.

Em troca das penas relacionadas ao caso Banestado, o doleiro entregou os nomes de diversas pessoas envolvidas na fraude e também os caminhos para que o dinheiro pudesse ser rastreado. Curiosamente, o juiz que cuidou dos processos do caso Banestado também era Sérgio Moro.

O acordo também previa que Youssef deveria deixar de operar no mercado ilegal de moedas, bem como ficava proibido de cometer novos crimes por um prazo de 10 anos, sob pena de voltar a responder os processos do caso Banestado. Como ele descumpriu aquele acordo, alguns processos até começaram a ser reabertos, mas a nova delação da Lava Jato acabou por incluir aquele caso nas cláusulas dos novos benefícios, isentando o doleiro de ser condenado por aquelas fraudes.

Proposta garante regras novas apenas para congressistas que assumirem após a validade delas; já são 146 emendas ao projeto original do governo Temer

Desde que o projeto da reforma da Previdência, uma das prioridades do governo, foi enviado ao Congresso pelo presidente Michel Temer (PMDB), os deputados federais já apresentaram nada menos que 146 emendas de alteração no projeto. Elas versam sobre mudanças na idade mínima proposta – de 65 anos, para homens e mulheres –, no tempo de contribuição necessário e no pagamento de benefícios, entre outros temas. Uma, em especial, trata da aposentadoria dos próprios deputados.

Filiado ao PDT, partido da oposição a Temer, o deputado federal Carlos Eduardo Cadoca (PE) apresentou a Emenda nº 24 à proposta original do governo para a previdência. Ela estabelece uma espécie de “regra de transição” específica para proteger a aposentadoria de parlamentares que já contribuem para o Plano de Seguridade Social dos Congressistas, a ser alterado pelo texto da reforma.

Pela emenda, os maiores de 54 anos e aqueles que já tiverem cumprido o tempo de ao menos um mandato – quatro anos para os deputados, oito anos para os senadores – não serão afetados pela reforma. Eles permanecerão com tempo de contribuição necessário de 35 anos. Os que não se encaixarem nessas regras pagarão uma taxa de transição de 50% do tempo restante.

O Plano dos Congressistas estabelece que o parlamentar que fizer a contribuição voluntária durante 35 anos garante o recebimento vitalício de um salário integral, hoje em 33,7 mil reais por mês. Em caso de falecimento, o benefício passa para os dependentes. Pela emenda de Cadoca, aqueles já tiverem atingido esse tempo de contribuição têm o direito garantido.

‘Injustiça histórica’

Enquanto pela proposta da reforma todos os brasileiros menores de 50 anos, que contribuem para o sistema geral da previdência, serão obrigados a se submeter às novas regras, a emenda de Cadoca visa a garantir que apenas os parlamentares que tomarem posse após a validade da reforma ficam enquadrados na mesma situação.

Nesta quinta-feira, o deputado passou por um procedimento cirúrgico ocular de rotina e não foi encontrado para comentar o projeto. No campo de justificativa da emenda apresentada, o parlamentar do PDT argumentou que a sua emenda corrige “uma injustiça histórica ao fixar o direito, até agora suprimido, à paridade de remuneração para aposentados e pensionistas da seguridade parlamentar.”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu prorrogar o prazo para entrega de emendas até sexta-feira. Ele atendeu a um pedido do PSB, legenda da base aliada que tem se colocado contra o projeto do governo Temer.

VEJA.com

Na estreia em casa na competição, time catarinense cai diante do Lanús por 3 a 1

A Chapecoense viveu nesta quinta-feira uma noite histórica, a noite de sua primeira partida em casa na Taça Libertadores da América. A ocasião foi aproveitada também para homenagear os heróis que perderam a vida no acidente aéreo de novembro passado, antes da final da Copa Sul-Americana, na Colômbia. Com a bola em ação, no entanto, a cidade de Chapecó viveu uma decepção por causa da derrota por 3 a 1 para o Lanús, da Argentina, de virada, na Arena Condá.

Os problemas da Chapecoense começaram antes da partida. A diretoria do clube havia planejado estrear nesta quinta-feira um uniforme especial para a Libertadores, com um tom de verde bastante escuro. Seria um dos pontos altos da noite de celebração. Isso não ocorreu, porém, porque o Lanús só levou da Argentina seu uniforme grená (também escuro), embora o regulamento da competição diga que o clube visitante tem a obrigação de mudar o equipamento em caso de cores parecidas. Só restou à Chapecoense adiar a estreia da camisa e jogar de branco.

O apoio da torcida empurrou a Chapecoense para cima do Lanús no primeiro tempo, mas a equipe dirigida por Vágner Mancini não soube aproveitar a força de seus torcedores. Apesar do entusiasmo, o time catarinense foi muito confuso e não conseguiu oportunidades claras de gol.

As dificuldades da equipe de Chapecó pareciam ter sido superadas logo aos quatro minutos do segundo tempo, quando Rossi dominou na área um chute torto de João Pedro e abriu o placar. A Arena Condá entrou em êxtase.

A festa, entretanto, durou pouco tempo. Três minutos mais tarde, Aguirre aproveitou uma falha terrível da defesa da Chapecoense e empatou o jogo.

No minuto seguinte, Douglas Grolli quase marcou o segundo gol dos brasileiros com uma cabeçada, e foi tudo para a Chapecoense. Dali por diante, o Lanús tomou conta do jogo e virou o placar com um tento de pênalti de Sand. aos 21. A Arena Condá ficou em silêncio e os argentinos consolidaram seu domínio com um gol de Acosta, o melhor jogador da partida, aos 35 minutos.

Apesar da derrota, os jogadores da Chapecoense saíram de campo aplaudidos pelos torcedores, que reconheceram o esforço da equipe.

VEJA.com

Delegada diz que eles eram amigos e que xingamento motivou homicídio

Um adolescente de 13 anos confessou ter matado estrangulado um menino de 7 anos na Chã da Jaqueira, em Maceió. A informação foi confirmada pela delegada que investiga o caso, Daniela Alves, durante entrevista coletiva na Secretaria da Segurança Pública de Alagoas (SSP) nesta quinta-feira (15).
O corpo de Samuel Gomes dos Santos foi encontrado parcialmente carbonizado no último dia 9. De acordo com familiares, ele tinha saído para brincar com amigos pelo bairro onde morava no dia 3 e depois não foi mais visto.

Segundo as investigações, agressor e vítima se conheciam – Samuel frequentava a casa do adolescente e chegava até a fazer refeições com a família dele. A delegada disse que o adolescente justificou o assassinato dizendo que a criança xingou a mãe dele.

“A gente ouviu todos os envolvidos, ouviu as testemunhas e ontem, ele [o adolescente] confessou para gente. Foi um xingamento que o Samuel realizou no mesmo dia e por conta do xingamento, houve o homicídio. Ele não tem nenhuma passagem pela polícia, não era usuário de drogas”, explica a delegada.
O adolescente foi ouvido pela delegada e liberado. “Como o fato foi no dia 4, teve essa demora para a polícia ser informada do desaparecimento do menor, não era possível apreensão em flagrante, mas a gente vai representar pela busca e apreensão dele”.

Ainda de acordo com a delegada, as outras crianças que brincavam com ele no dia da morte, de 14, 12 e 9 anos, foram ameaçadas pelo adolescente para que não contassem o que viram.

“O menor envolvido criou várias histórias e ameaçou os outros menores, testemunhas. Eles viram o menor de 13 anos estrangulando a vítima, e após isso ele subiu no morro e ameaçou os demais. No dia posterior, ele subiu até a mata na companhia de outro menor e ateou fogo ao corpo para que ele não fosse reconhecido”, detalha Daniela.

O exame realizado pelo Instituto de Medicina Legal (IML) apontou morte por enforcamento. Havia uma suspeita de violência sexual, mas ela foi descartada pela polícia. “Não teve violência sexual, a gente está esperando laudo definitivo do IML, mas já podemos descartar essa possibilidade”.

A demora entre o desaparecimento do menino e a localização do corpo se deu, segundo a polícia, porque a mãe de Samuel não noticiou logo o fato à polícia. A delegada explica que era comum a criança sair de casa e só voltar dias depois.

“A mãe não chegou a noticiar o desaparecimento, ela demorou para perceber que a criança estava desaparecida, então a polícia só soube disso depois. Era comum a criança passar dias fora de casa, sem mãe procurá-lo. Inclusive, era comum que a criança fizesse refeições na casa da mãe do autor do fato. Eles tinham proximidade de amizade”, revela.

José Cícero dos Santos, pai do menino assassinado, diz não acreditar que o adolescente agiu sozinho (Foto: Michelle Farias/G1)
José Cícero dos Santos, pai do menino

A mãe de Samuel não teve o nome divulgado. O pai da criança, José Cícero dos Santos, falou com a imprensa após a entrevista coletiva. Ele tinha 5 filhos com a mãe de Samuel, mas foi avisado do desaparecimento por uma tia da criança.

“Quando soube do desaparecimento, fui atrás do menino que estava com ele. Ele me indicou o local onde o corpo estava e subimos a mata. Foi quando encontrei meu filho. Desmaiei na hora. Muito triste o que fizeram com ele. Ele estava com a parte de cima toda queimada”, lamenta Santos.

Ele diz ainda acreditar que há outras pessoas envolvidas na morte de Samuel. “Não acredito que uma criança fez isso com meu filho. Tem gente grande no meio envolvida”, afirma.

A delegada, entretanto, afirma que as evidências apontam que o adolescente agiu sozinho. “Achei ele bastante dissimulado, as versões que ele criou eram bastante elaboradas para a idade dele. Inclusive, até nos corredores da delegacia, a forma dele se portar era de um adolescente maduro”.

O coordenador da Delegacia de Homicídios, Fábio Costa, falou do perfil do adolescente. “Demonstrou frieza, mas não arrependimento. Em todo momento, a única preocupação dele era sustentar que não teria praticado o ato infracional”.

A delegada espera o laudo final do IML para concluir o inquérito e encaminhar o caso ao Juizado de Menores. 

FONTE: 24horasnews.

  A PREFEITURA MUNICIPAL DE PERITORÓ-MA ATRAVÉS DA SECRETARIA DE MUNICIPAL DE SAÚDE, passa a oferecer um profissional na área de FONOAUDIOLOGIA, com isso todas ás crianças recém-nascidas passarão pelo teste da ORELHINHA, que visa diagnosticar suposta doenças com audição e fala. O trabalho irá estender-se por todo o Município. O Município vem trabalhando forte para ofertar mais qualidade de vida a todos os peritoroenses, dando mais atenção ás crianças. O Município que é pioneiro na oferta desses serviços de forma gratuita, em breve estará ofertando serviços de pediatria e eletrocardiograma, concluiu o SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE ENÉAS OLIVEIRA NETO

A Prefeitura de Peritoró-MA, por meio da SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA, que tem como SECRETÁRIO JOÃO MACAXEIRA e Adjunto MÁRCIO VERAS, realizou nesta manhã de quinta-feira (16) uma reunião com dezenas de PRESIDENTES DE ASSOCIAÇÕES E LIDERES COMUNITÁRIOS no espaço paroquial da Igreja Católica. PE. JOZIAS, Prefeito da Cidade esteve presente na reunião, falou  sobre  ás estradas vicinais que estão sofrendo muito com o forte inverno que estamos enfrentando, todavia o prefeito comprometeu-se a recuperar todas ás estradas que necessitarem de reparos, e assim manter a transitividade das vias rurais, mas ao final  prefeito ressaltou que com fim das chuvas irá trabalhar para fazer ás estradas vicinais. Os PRESIDENTES DE ASSOCIAÇÕES E LÍDERES COMUNITÁRIOS reuniram-se de forma regionalizada para dialogar sobre ás principais necessidades de suas localidades e depois entregar ao GESTOR MUNICIPAL. O VEREADOR CONSTANTINO SANTOS NEVES, líder do governo na CÂMARA MUNICIPAL, também esteve presente no evento, O VEREADOR, disse que está a disposição da comunidade para realizar um trabalho de parcerias.  CONSTANTINO E PE. JOZIAS, enfatizaram que irão trabalhar de mãos dadas com o povo peritoroense. QUERO QUE NOS SENTIMOS COMO IRMÃOS PARA GOVERNARMOS JUNTOS O NOSSO MUNICÍPIO, disse PE. JOZIAS, ao final de suas palavras ao público presente.

Prefeito em pé, fotos- Jhonny Costa

Os seguintes secretários estiveram no evento:

CLAUDIO DE BRITO- AGRICULTURA; JESUSMAR-MEIO AMBIENTE; ODERON- TRANSPORTE; CLEIA LIMA- EDUCAÇÃO; LÉO COSTA- ASSISTÊNCIA  SOCIAL; ENEIAS NETO- SAÚDE e  A VEREADORA DUDU COELHO

Um homem foi espancado por populares, quarta-feira (15), depois de esfaquear uma mulher em São Luís.

O caso aconteceu no Supermercado Maciel da Cidade Operária.
Ainda não há informações sobre os motivos da tentativa de homicídio.
No vídeo abaixo é possível ver o momento em que o homem é desarmado e, logo em seguida, espancado.
Um viatura do 6º Batalhão de Polícia Militar atendeu a ocorrência e levou o suspeito.
Blog do Gilberto Leda
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