Corpos estavam em plantação de soja a 70 km da linha internacional

Dois brasileiros, um de 24 anos e outro de 32, foram encontrados mortos em uma plantação de soja no distrito de Ybipê, no departamento de Tanaran, no Paraguai a 70 quilômetros de Coronel Sapucaia, na linha internacional.

No local onde os corpos estavam foram encontradas arma, munições e material de acampamento. A Polícia Nacional do Paraguai é que está responsável pelo caso. A principal linha de investigação é que o crime tenha relação com o tráfico de drogas, pois as vítimas seriam traficantes.

Uma das víitmas estaria envolvida na tentativa de homicídio ao senador paraguaio Robert Acevedo, em 2010, e também teria ligação com o traficante conhecido como Di Menor, morto na fronteira em 2015.

Fonte: 24hNewns

Deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA) criticou os projetos de reformas da Previdência e Trabalhista no governo de Michel Temer; segundo o pedetista, “não podemos tratar por igual um país que tem desigualdades tão grandes, a começar pela expectativa de vida. Nem podemos impor uma idade mínima que é inalcançável para muitos”; sobre a reforma trabalhista, Rocha afirmou que a “preservação do emprego não pode ser desculpa para o desmonte de poder de negociação do empregado”; as declarações são um reflexo do quanto os pedetistas criticarão cada vez mais o governo como uma forma de dar “fôlego” à pré-candidatura do ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE), contrário ao golpe contra Dilma e um dos críticos mais ferrenhos do atual governo

O líder do PDT na Câmara dos Deputados, Weverton Rocha (MA), criticou os projetos de reformas da Previdência e Trabalhista no governo de Michel Temer. A postura do parlamentar já é um reflexo do quanto os pedetistas criticarão cada vez mais a gestão do peemedebista como uma forma de dar “fôlego” à pré-candidatura do ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE). O partido do ex-governador do Ceará também foi contrário ao golpe contra Dilma Rousseff. Ciro é um dos críticos mais ferrenhos de Temer, que, segundo o ex-ministro, é “chefe da bandidagem” e “anão moral, traidor e parceiro intimo de tudo que não presta“, além de “sócio” do ex-deputado federa Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso. O juiz Sérgio Moro considerou que ele representa risco à ordem pública e possibilidade de fuga para o exterior por ter disponibilidade de recursos ocultos fora do País e da dupla cidadania (Cunha tem passaporte italiano).

Ao comentar a reforma da previdência, Rocha disse haver “consenso que do jeito que está não pode ficar. Mas também não pode ser do jeito que o governo propõe”. De acordo com o parlamentar, “não podemos tratar por igual um país que tem desigualdades tão grandes, a começar pela expectativa de vida. Nem podemos impor uma idade mínima que é inalcançável para muitos”.

“Defendo que a reforma seja feita, mas depois de um debate amadurecido com todos os setores. E que as medidas mais duras sejam acompanhadas de um esforço do Estado para controlar as fraudes e sangrias feitas na Previdência Social”, afirmou Rocha em texto publicado no Congresso em Foco.

A proposta do governo Temer aumenta a idade mínima da aposentadoria de 53 para 65 anos, tanto para homens como para mulheres, e o tempo mínimo de contribuição aumenta de 15 para 25 anos. Segundo o cálculo do governo, aos 65 anos e com 25 anos de contribuição, o valor do benefício será de 76% da média de todas as contribuições. Com 26 anos de contribuição, 77%. Com 27 anos, 78%. O percentual chega a 100% (aposentadoria integral) com 49 anos de contribuição.

“O outro desafio é a reforma trabalhista. Modernizar as relações de trabalho é necessário, mas isso não pode significar a precarização do direito do trabalhador. A preservação do emprego não pode ser desculpa para o desmonte de poder de negociação do empregado, que sempre será o elo mais frágil da relação trabalhista”, acrescentou.

O projeto faz prevalecer as negociações entre as classes patronal e trabalhadora sobre a legislação trabalhista. 

Segundo o parlamentar, “resolver as duas situações não será fácil. Mas como disse, acredito na luta bem lutada para que se alcance um bom resultado”. “Então, vejo que em 2017 teremos duras batalhas, mas confio no nosso povo, confio nas nossas instituições e tenho uma esperança atuante que chegaremos a um bom termo para começarmos a sair da crise”, disse. A solução para a crise é “o diálogo democrático resultante na união em torno de um objetivo comum”, pontuou o deputado.

Fonte: Brasil 247

 

Federação Nacional dos Oficiais Militares Estaduais (FENEME), que representa 43 entidades da categoria divulgou um manifesto em que demonstra “a mais profunda decepção e desaprovação com o Plano Nacional de Segurança Pública, lançado na última semana pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes”; o documento destaca que o plano do governo Temer “literalmente ignorou em suas 62 páginas a existência da Polícia Militar; para os militares, o plano apresentado “tenderá a inchar ainda mais o já caótico sistema prisional brasileiro”; representantes da PM dizem ainda esperar que Michel Temer, com experiência na área de segurança pública e conhecedor da importância da corporação, intervenha para que o plano não se transforme “em mera estratégia de distribuição de recursos federais”

Depois de ser duramente criticado por diversos especialistas, o Plano Nacional de Segurança anunciado às pressas pelo governo de Michel Temer na semana passada, após a morte de quase 100 detentos em presídios de Manaus (AM) e Boa Vista (RR), virou alvo dos militares, que se dizem “literalmente” excluídos do documento.

A Federação Nacional dos Oficiais Militares Estaduais (FENEME), que representa 43 entidades da categoria no País, divulgou um manifesto em que demonstra “a mais profunda decepção e desaprovação com o Plano Nacional de Segurança Pública, lançado na última semana pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes”.

O documento destaca que o plano do governo Temer “literalmente ignorou em suas 62 páginas a existência da Polícia Militar, “instituição mais que centenária incumbida pela Constituição Federal pela polícia ostensiva e preservação da ordem pública, atividade e missão que responde por cerca de 70% de todo o efetivo”.

Para os militares, o plano apresentado “tenderá a inchar ainda mais o já caótico sistema prisional brasileiro”. Representantes da PM dizem esperar que Michel Temer, com sua experiência na área de segurança pública e conhecedor da importância da corporação, intervenha para que o plano não se transforme “em mera estratégia de distribuição de recursos federais”.

Leia aqui a íntegra do documento.

Fonte: Brasil 247

Acervo inclui contratos, pagamentos, agendas, conversas telefônicas, trocas de e-mails, HDs de computadores e dados de quebras de sigilos bancário e fiscal

Agentes da Polícia Federal apreendem documentos em fase da Operação Lava Jato (Aloisio Mauricio/Fotoarena/Folhapress)

Um acervo criminal e histórico de mais de 30 milhões de documentos, guardados em uma sala sem janelas com acesso controlado e monitorado 24 horas por câmeras na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, forma o banco de dados da Operação Lava Jato. A delação da Odebrecht, que deve ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) entre fevereiro e março, vai mais do que duplicar as investigações.

É o maior acervo de provas já produzido pela Polícia Federal (PF) em uma investigação contra a corrupção no Brasil. Às vésperas de completar três anos, em março, a Lava Jato teve 36 fases deflagradas, cumpriu 730 mandados de busca e apreensão até aqui e acumulou um total de 1.434 procedimentos instaurados.

No 3º andar da Superintendência em Curitiba, o centro nervoso da Lava Jato ocupa quatro salas interligadas por portas internas que formam um labirinto circular. A primeira sala guarda HDs de computador com cópias de segurança dos arquivos digitalizados. Nas prateleiras estão pastas de inquéritos, relatórios, apensos e análises dos mais de 400 inquéritos e procedimentos criminais já abertos pelos delegados.

Na segunda e na quarta salas trabalham equipes de analistas que passam o dia abrindo arquivos apreendidos em buscas, separando dados de relevância para as apurações e produzindo relatórios de análise – um grupo restrito de cerca de vinte investigadores. Cada equipe tem um chefe e está vinculada a um delegado da Lava Jato.

FONTE: VEJA.COM

A intensa chuva ocorrido durante a madrugada e a manhã desta segunda-feira,9, causou intensa destruição em São Luís. O Hospital Dr. Clementino Moura, o Socorrão II amanheceu alagado.

A sala de estabilização ficou inundada, impedindo inclusive que pacientes permanecessem no local. Os corredores também ficaram cheio d’água.

O caso é recorrente e sempre no período chuvoso há registro de alagamentos.

VEJA O VÍDEO

DO LUÍS CARDOSO

Quem fez a denúncia foi a mãe do jovem.

Foto: Reprodução

O menino de 16 anos foi apreendido nesse domingo (8) após a mãe denunciar que o menor tentava estuprar a irmã mais nova. Segundo a PM, a mãe da vítima abordou os policiais no setor P Norte, em Ceilândia, no Distrito Federal, dizendo que o filho estava tentando violentar a irmã menor e ameaçando a jovem e a mãe com uma faca.

Os policiais foram até a residência da família e o jovem estava dormindo no momento. O tenente encarregado do caso contou que o jovem relatou para PM já ter perdido as contas de quantas vezes violentou a irmã.

O menor foi encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente em Taguatinga. Ele não tem antecedentes criminais, mas o pai dos adolescentes está preso também pelo crime de estupro, além de outras infrações.

O tenente informou que o pai dos menores foi condenado a 32 anos em regime fechado, por diversos crimes, entre eles o de ter estuprado sua outra filha, que na época tinha 5 anos.

Segundo a PM, a filha teria contado para a mãe, na noite anterior, que o irmão a abusava com frequência e que estava ameaçando ela e os demais familiares caso a menina resolvesse denunciá-lo.

Fonte: 24hNews

Grande mídia preocupada com mortes nos presídios e não divulga as chacinas que ocorrem nas cidades; São Luís teve 5 mortes violentas no fim de semana 

Dois irmãos foram mortos dentro de casa; só neste mês 18 mortes violentas já ocorreram na ilha

Cinco homicídios dolosos (quando há a intenção de matar) foram registrados na Região Metropolitana de São Luís de sábado até a tarde de ontem. No bairro Santa Bárbara, dois irmãos foram mortos. O caso aconteceu no sábado, por volta de 16h, e foi registrado no plantão da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). As vítimas foram José Renato Reis da Silva, de 31 anos de idade, e Leonardo Reis da Silva, de 24 anos.

Mortes
De acordo com o registro do Boletim de Ocorrência, a tia das vítimas relatou à polícia que os seus sobrinhos foram mortos à tiros dentro de casa. De acordo com o relatório, Leonardo Reis encontrava-se ingerindo bebida alcoólica na área externa com amigos, quando chegaram no local cerca de seis indivíduos com armas de fogo e desferiram vários tiros contra o grupo.

Leonardo Reis correu para dentro da casa, mas foi perseguido pelos criminosos. Dentro da casa estava José Renato Reis e, assim que os bandidos o encontraram, desferiram vários tiros contra ele, que morreu no local. Em seguida, eles mataram Leonardo, com disparos na região da cabeça.A comunicante disse também que os seus sobrinhos não integravam nenhuma organização criminosa. O caso está sendo investigado pela SHPP e, até o momento, ninguém teria sido preso.

As outras mortes registradas no sábado até a tarde de ontem foram de Naidson Sousa Silva, de 29 anos de idade, vítima de arma de fogo na Cidade Operária; Reginaldo Mendes Sousa, de 51 anos, vítima de arma de fogo no Centro; José dos Reis Lima Barros, de idade não revelada, vítima de arma de fogo na Matinha.

O Instituto Médico Legal (IML) também registrou a morte nesse fim de semana de Moacir Rodrigues da Costa Filho, de idade não revelada, que morreu vítima de acidente de trânsito. No instituto também deu  entrada o corpo de um homem procedente do município de Raposa cuja identificação e causa da morte ainda estão sendo investigadas.

Este mês, 18 mortes violentas foram registradas na Grande Ilha até a tarde de ontem, sendo 16 homicídios dolosos e duas lesões corporais seguidas de morte. Uma pessoa morreu vítima de atropelamento e outras duas a causa da morte ainda está sendo investigada. 

Fonte: Blog do Filipe Mota

 No dia 08.01. 2017, o Secretário de Infraestrutura e Urbanismo, Francisco Flávio (Cacimbão) e equipe, realizou obras de recuperação da estrada que liga Pedreiras a Joselândia, nas proximidades do Povoado Alto de Areia.

Após as chuvas abriu-se uma cratera na pista, ameaçando a estrutura da via. Atendendo a solicitação dos vereadores Gard e Adonias Quineiro, o prefeito Antônio França autorizou a recuperação do trecho.

Embora a rodovia seja estadual, portanto de responsabilidade do Governo do Maranhão, o prefeito fez a intervenção, no sentido de não prejudicar a via pela qual grande parte da população de Pedreiras circula diariamente.

O vice-prefeito Éverson Velôso acompanhou de perto todo o trabalho realizado pela equipe da Secretaria de Infraestrutura e Transporte.

Obras de infraestrutura no Nordeste do País são priorizadas pelo Ministério dos Transportes. Nesta quinta-feira (5), foram autorizadas obras em cidades do Maranhão, como a duplicação de trecho da rodovia BR-135 em Bacabeira e pavimentação de trecho da BR-226 em Timon.

Ao todo, serão investidos R$ 66,5 milhões para a duplicação da estrada. Deste valor, R$ 25 milhões já foram empenhados no final de dezembro de 2016. O trecho, compreendido entre o povoado de Outeiro e a cidade Miranda do Norte, possui de 32,1 quilômetros. O trecho de 44,7 quilômetros, entre Bacabeira e Outeiro, está em fase de contratação e, em breve, terá ordem de serviço decretada. A expectativa é de que em três meses as obras no local sejam iniciadas.

A obra tornará o percurso mais seguro para o turismo e para o transporte de cargas. A obra, paralisada durante 4 anos, foi retomada e tem previsão de entrega em meados de 2017.

Em Timon, a pavimentação asfáltica cobrirá 111,5 quilômetros das rodovias BR-226 e BR-316 no município. Este é o último trecho sem pavimento entre as capitais São Luís (MA) e Teresina (PI). Para estas obras, serão gastos o total de R$ 88,5 milhões. Deste valor, o Ministério já empenhou R$ 42,8 milhões, além da previsão de R$ 50 milhões referente ao orçamento de 2017.

“Estamos começando as ações do Ministério deste ano, especialmente, pelo Nordeste, onde, há décadas, a falta de infraestrutura tem sido uma das grandes responsáveis pelas mazelas sociais que assolam os estados da região. As cidades do interior são especialmente atingidas pelas dificuldades de acesso, o que têm causado o atraso do desenvolvimento socioeconômico de diversos municípios”, destacou o ministro Maurício Quintella.

As obras nas rodovias, além de proporcionar maior segurança e diminuir os preços de fretes, serão responsáveis por intensificar a integração regional. No caso da BR-226, com o asfaltamento do trecho, 37 cidades maranhenses ficarão ainda mais próximas, em razão do encurtamento do tempo de viagem entre elas.

Fonte: Portal Brasil