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Notícia Geral

PAPO POLÍTICO: Ferreira Araújo, pré-candidato a Prefeito de Bacabal, fala com exclusividade, críticas à atual gestão e suas pretensões para a política em 2020.

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Em entrevista exclusiva, o pré-candidato a prefeito da cidade de Bacabal – MA, Antônio Ferreira de Araújo, residente há 49 anos no bairro Trizidela, casado, pai de uma filha. Quando adolescente foi pescador, lavrador com seu pai, lavador de carros às Margens do Rio Mearim, estudou nas escolas: Urbano Santos, 17 de Abril, Arimatéia, Cema, fez curso no SENAI para mecânico, onde se especializou em mecânica de automóveis, trabalhou na oficina Pacheco, FIAT, Bacabalto, Via Centro, CGB, e atualmente é empresário na Oficina Ferreira Car.


Já foi presidente da associação dos moradores do bairro Trizidela e presidente do partido PTC de Bacabal, atuou como Conselheiro Estadual dos Direitos Humanos, é defensor das causas sociais, faz parte do Fórum Ecológico de Bacabal, atualmente é presidente da Associação Socioambiental de Defesa da Bacia do Rio Mearim (Guapé), é filiado ao partido PC do B e pré- candidato no mesmo. Respondeu algumas perguntas sobre as situações observadas na atual gestão, além de expor ao público as suas pretensões para a política em 2020. Confira a entrevista a seguir: Passados mais de 1 ano da administração atual, Bacabal no consenso de muitos regrediu. Em sua opinião, o que está acontecendo com a gestão municipal? Ferreira: Ao meu ponto de vista é que realmente Bacabal está parado no tempo, não vemos esse crescimento que realmente almejamos para nossa cidade. Percebo que essa gestão municipal está mais preocupada em mascarar os problemas que praticam para a defesa própria, na promoção do nome do gestor, quando se fala em desenvolvimento, a gente não ver nenhuma ação para o desenvolvimento do município. Bacabal hoje tem cem mil habitantes e é inadmissível a gestão não trabalhar a questão de emprego para nossa cidade, o município teria que ter uma equipe para estudar as possibilidade econômica da cidade e levar isso a grandes empresários, como também trazer esses grandes empresários para Bacabal, na qual teríamos um desenvolvimento da cidade. Diante da precária situação de infraestrutura da cidade. Qual seria sua sugestão ao gestor público municipal? Ferreira: A minha sugestão seria que houvesse uma transparência da real situação dos recursos públicos que está vindo para Bacabal, hoje a cidade trabalha com um orçamento em torno de cento e trinta milhões, a gente sabe que existe nesse orçamento recurso para infraestrutura, e onde tá sendo
alocado esse recurso? De que forma tá sendo alocado? Então não vemos uma
divulgação nesse sentido por parte da gestão, outro exemplo que percebemos
na falta de eficiência da gestão é sobre o esgotamento sanitário que foi
implantado em Bacabal. Muitos não sabem, mas, tá sendo gasto uma média de quarenta e dois milhões de reais, e a meu ver causa um transtorno muito
grande para nossa cidade, não que eu seja contra a implantação do sistema de
esgotamento sanitário, quero que realmente seja implantado, mas que seja
uma obra eficiente. E na minha percepção essa obra tá causando tanto transtorno, pois ainda não temos resultados, porque era para ter sido entregue em 2018 e ainda estamos vendo obras na cidade desse esgotamento sanitário, o que mostra uma ineficiência do sistema público, e da gestão pública. Saúde deveria ser prioridade em qualquer administração, pois os recursos são rigorosamente repassados aos municípios. No entanto, o que se vê em Bacabal são inúmeras denúncias e reclamações. Por que isso acontece em Bacabal, em sua opinião? Ferreira: Sabemos que existe esse recurso e não é pouco, mas não existe uma fiscalização e nem uma preocupação pelo gestor em falar as áreas que realmente estão sendo aplicados os recursos, deixando uma janela aberta para fazermos as especulações se realmente esses recursos estão sendo aplicado como deveriam; e em que área da saúde esses recursos estão destinado. Em Bacabal nos deparamos com o poder legislativo muito falha, porque ele tem a função de fiscalizar e a gente não vê essa fiscalização. Ainda no município existe um Conselho Municipal de Saúde em que não vemos a atuação para uma prestação de conta a sociedade. Em contra partida há outra situação, na qual nós como cidadão somos muito acomodados e ficamos sempre esperando que alguém resolva os nossos problemas, não cobrando, não correndo atrás para resolver essas questões mais delicadas, pois, nós cidadãos deveríamos estar mais atentos para cobrarmos mais do poder legislativo e executivo. O Portal da Transparência é a demonstração de como são gastos os recursos públicos. Porém em Bacabal não há, ainda que seja exigência do Governo Federal. Como o sr. avalia essa situação?
Ferreira: É preocupante, pois o Portal da Transparência é um instrumento onde estarão as prestações de conta do município com o recurso que foi gasto, e na falta desse instrumento, a gente fica “de mãos atadas” para sabermos onde realmente está sendo alocados esses recursos, outra situação que leva a crer, é que se não existe é porque alguém tá querendo esconder alguma coisa e gera essa sensação de que existe algo errado. As mídias eletrônicas como as redes sociais em uma administração que se preze tem que ser valorizada, porque ali pode ser um instrumento para a prestação de conta dos gastos municipais e a população teria o acesso direto a essas informações.
Se o sr. fosse o prefeito da cidade, quais medidas adotaria para solucionar os problemas aqui citados? Ferreira: Em primeiro lugar teria que criar uma equipe técnica para ver a dimensão dos recursos que vem para a nossa cidade, estudar as maiores necessidades que nossa cidade está enfrentando, e claro, essa seria a frente de trabalho, resolver prioritariamente os maiores problemas que nós temos em nossa cidade, para isso nós teríamos que ter força de vontade para fazer, pois o que eu vejo é que muitos não querem fazer, e como já mencionei, Bacabal está trabalhando hoje com um orçamento anual em torno de cento e trinta milhões, então, recurso acredito que tem para muita área. Agora temos que priorizar as maiores demanda que o município necessita com uma boa equipe que possa criar um sistema digital de informações. Assim, penso que a gestão ela tem que ser transparente, mostrando a cada mês uma prestação de conta e quais áreas estão sendo aplicada.
Agradecemos a sua presença aqui no estúdio e pela entrevista. Você pode fazer sua ressalva final.
Ferreira: Agradeço a essa oportunidade que vocês estão dando aos pré-candidatos a prefeito, em expor as suas ideias e dizer que Bacabal em 2020 tem uma grande responsabilidade de eleger um novo gestor. Agora pedimos
que o povo realmente analise essa opção de mudar a gestão com mais cuidado, pensando no coletivo, pois podemos contribuir muito com uma nova gestão, um novo Bacabal. Então nós precisamos eleger pessoas independentes  que não esteja atrelada a grupos, não pensando apenas em grandes grupos, pois o pobre também tem ideias e creio que eu tenho boas ideias e posso oferecer um bom serviço para nossa cidade. Muito obrigado!

 

Fonte : Estúdio

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“Mensageiro da morte”, diz deputado sobre Bolsonaro ao normalizar 100 mil mortes pela Covid-19

Com quase 3 milhões de infectados e 98 mil mortes confirmadas pela doença, a Covid-19 avança no Brasil sem que o governo federal apresente planos para conter a epidemia e pesquisadores apontam que o país chegará às 100 mil mortes ainda neste fim de semana.

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“Mensageiro da morte”, diz deputado sobre Bolsonaro ao normalizar 100 mil mortes pela Covid-19

Nesta sexta-feira (7), depois de Jair Bolsonaro (sem partido) aconselhar brasileiros a ‘tocarem a vida’ mesmo com o avanço da pandemia do coronavírus, o deputado federal Márcio Jerry afirmou que o presidente age com a ‘naturalidade de um mensageiro da morte’.

Com quase 3 milhões de infectados e 98 mil mortes confirmadas pela doença, a Covid-19 avança no Brasil sem que o governo federal apresente planos para conter a epidemia e pesquisadores apontam que o país chegará às 100 mil mortes ainda neste fim de semana.

“O estúpido presidente fala sobre 100 mil mortes com a naturalidade de um mensageiro da morte”, disse Jerry, deplorando o comportamento do mandatário.

Na live semanal da noite desta quinta (6), Bolsonaro disse “lamentar” o número de vítimas, mas defendeu que brasileiros devem “tocar a vida”. “A gente lamenta todas as mortes, vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida e se safar desse problema”, disse, ao lado do ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuello

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JOÃO NORONHA, EX-PREFEITO DE PAULO RAMOS, É MAIS UMA VÍTIMA DA COVID-19

O ex-prefeito de Paulo Ramos, João Noronha, é mais um dos vários ex-prefeitos da região que faleceu devido ao coronavírus.

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"Ex-prefeito de Paulo Ramos Noronha morreu por causa da covid-19"

Noronha estava internado no Hospital de Lago da Pedra. Na unidade, os sintomas da Covid-19 se agravaram e ele infelizmente não resistiu. 

Dentre outros ex-prefeitos que recentemente partiram devido a pandemia estão Luiz Osmani de Lago da Pedra, Chico Coco de Lago Verde, Gildásio Ângelo de Poção de Pedras, João Epifânio de Lima Campos, Mariano Costa de Bernardo do Mearim e Dr. Napoleão de Santo Antônio dos Lopes. 

João Noronha tinha 83 anos de idade e foi prefeito de Paulo Ramos por dois mandatos: 1988-1992 e 2004-2008. Ele era viúvo, deixa filhos e  netos.

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EX-PRESIDENTE DO TJ MORRE AOS 81 ANOS EM SÃO LUÍS

Nesta terça-feira (4), o ex-presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Milson Coutinho, morreu aos 81 anos.

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Nesta terça-feira (4), o ex-presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Milson Coutinho, morreu aos 81 anos.

Nesta terça-feira (4), o ex-presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Milson Coutinho, morreu aos 81 anos.

Segundo informações, o magistrado, que já estava aposentado tratava um aneurisma da aorta, em casa. Ele passou mal, ainda foi evado ao hospital, mas não resistiu a uma parada cardiorrespiratória.

Coutinho era o titular da cadeira nº 15 da Academia Maranhense de Letras, entidade da qual já foi presidente. Ele também era historiador e jornalista.

Com profundo pesar, o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Lourival Serejo, em nome dos demais desembargadores membros da Corte, lamentou a perda do estimado desembargador aposentado Milson Coutinho, ao tempo em que solidarizou-se com a família do magistrado, desejando conforto e serenidade em momento tão difícil de imensurável perda, prestando condolências e expressando os mais sinceros pêsames.

DESEMBARGADOR MILSON COUTINHO

Natural de Coelho Neto, o Desembargador Milson de Coutinho nasceu, no dia 9 de março de 1939. Além de magistrado, atuou como advogado, jornalista, professor, ensaísta, historiador, procurador.

Milson Coutinho bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal do Maranhão em 1972. Como advogado, exerceu por três mandatos o cargo de conselheiro da OAB-MA, foi procurador do Estado e assessor jurídico de municípios. Foi eleito vice-presidente do TJMA em janeiro de 2000. Novamente eleito, exerceu a presidência do Tribunal no biênio 2004-2005.

Historiador com produção de diversos livros e grande pesquisador da história do Tribunal de Justiça do Maranhão, tendo escrito vários livros e apontamentos históricos. Foi membro da Academia Maranhense de Letras, onde ocupou a cadeira nº 15, que teve como patrono Odorico Mendes, tendo sido eleito em 10 de setembro de 1981 e empossado em 13 de maio de 1982, sucedendo Erasmo Dias.

Foi redator do Jornal Pequeno, do Diário da Manhã, de O Imparcial, Jornal do Dia e do Diário do Norte, no período de (1959/1970). Colaborador de O Estado do Maranhão e de O Debate. Assessor de Imprensa da Prefeitura de São Luís (1967/1969).

Foi também diretor do Arquivo Público do Estado do Maranhão; assessor jurídico das prefeituras dos municípios de Pedreiras, Buriti, Duque Bacelar, Caxias, Coelho Neto, Coroatá e Lago do Junco (1973/1978); Fiscal de Rendas, por concurso, da Prefeitura de São Luís, 1969; Procurador dos Feitos da Fazenda Pública do Município de São Luís.

Atuou também como Procurador-Geral da Câmara Municipal de São Luís (1993); Procurador efetivo do Estado de (1968/1992); Subprocurador-Geral do Estado e Procurador-Geral do Estado em substituição (1993); Assessor jurídico da Assembleia Estadual Constituinte (1989) e Consultor Jurídico das Câmaras Municipais Constituintes de São Luís e Caxias (1990).

Exerceu os cargos de vice-presidente e presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE/MA), em (1997) e entre (1998/1999) e foi membro do Colégio Brasileiro de Presidentes dos TREs (1998/1999).

Na Corte Estadual maranhense, foi vice-presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (2001/2002) e presidente do TJMA, no biênio (2004/2005). Foi membro do Colégio Brasileiro de Presidentes dos Tribunais de Justiça (2004/2005).

Como presidente do TJMA, institui o primeiro Concurso Público no âmbito do Poder Judiciário do Maranhão, em 2005. Foi sócio efetivo, na cadeira 6, no Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão e na categoria correspondente, no Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, categoria correspondente.

Também foi membro da Academia Imperatrizense de Letras, Academia Caxiense de Letras, Academia Sambentuense de Letras, Associação dos Procuradores do Estado do Maranhão, Academia Maranhense de Letras Jurídicas, na poltrona do Visconde de Alcântara, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís e membro da Associação dos Amigos da Marinha.

Informação do Blog do Neto Ferreira

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