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Notícia Geral

Manoel Gomes, autor de ‘Caneta Azul’, diz que tem mais de 21 mil músicas

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Cantor planeja lançar segundo trabalho com 14 faixas. O primeiro disco teve também 14 músicas.

Escolher 14 músicas em um universo de 21 mil composições é uma das principais missões de Manoel Gomes, o autor do hit ‘Caneta Azul’. O artista maranhense de 49 anos concedeu entrevista ao G1 e revelou que compõe desde os 15 anos. A única certeza dele é que Caneta Azul está neste próximo disco. O primeiro trabalho também teve 14 músicas, mas não teve a mesma repercussão.
Segundo Manoel Gomes, ele não teve chance ainda de acompanhar toda repercussão do fenômeno ‘Caneta Azul’ no país. Muitos artistas repercutiram o som em diferentes versões, mas dos poucos vídeos que Manoel conseguiu assistir, o de Léo Magalhães foi o que mais lhe chamou atenção.
“Eu estava trabalhando e não tive tempo de acompanhar tudo isso não. Ainda não vi quase nada. Só ouço me falarem. O primeiro vídeo que eu vi, foi o Léo Magalhães cantando e ele estava até com uma garrafa de cerveja. Aí o pessoal lá no serviço disse que a música já estava com Léo Magalhães e que agora eu iria sair até da empresa”, contou.

Mas não saiu não. Manoel disse que trabalha como vigilante e quando o sucesso começou, o patrão foi um dos primeiros a incentivá-lo. “Conversei com o patrão e ele disse que eu não ia ficar ‘amarrado’ não. Ele falou que eu podia seguir com minha carreira, que meu emprego lá estava garantido quando voltasse”, disse o cantor.
Depois do sucesso, a rotina mudou completamente. Manoel saiu da escala de trabalho em uma fazenda no município de Balsas para cumprir compromissos como artista e os shows nem começaram ainda. O momento é de encaminhar ajustes burocráticos e atender a alta demanda de entrevistas.
O tempo ficou tão curto que nem conseguiu mais voltar à escola onde praticamente tudo começou. Foi em um dia de aula normal, quando perdeu sua caneta azul, que ele reclamou da forma mais poética possível, fazendo uma música sobre o assunto. A composição é recente, não tem um mês, segundo Manoel.
“Eu resolvi fazer essa música, pois fui com minha caneta com meu nome dentro. Aí num dia de aula, a caneta sumiu e até hoje não encontrei. Resolvi então fazer uma música por conta disso. Desde que a música virou sucesso não tive mais tempo nem de voltar para escola”, disse Manoel que esteve em São Luís nesta quarta-feira (30) acompanhado de familiares e assessores.
G1 MA
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Flávio Dino: “Se os Governadores tiverem de bancar o auxílio, Bolsonaro provará sua total inutilidade

O Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), criticou neste sábado (27) a declaração de Jair Bolsonaro de que, a partir agora, os governadores que “fecharem seus estados” devem custear uma nova rodada do auxílio emergencial.

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O Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), criticou neste sábado (27) a declaração de Jair Bolsonaro de que, a partir agora, os governadores que “fecharem seus estados” devem custear uma nova rodada do auxílio emergencial.

“Se os governadores tiverem que bancar até o auxílio emergencial, aí mesmo que o presidente da República vai provar sua total inutilidade”, disse o chefe do Executivo maranhense. Os relatos de governadores foram publicados pela coluna Painel.

Quem também criticou o posicionamento de Bolsonaro foi o governador do Piauí, Wellington Dias. “Não é razoável o líder de um país fazer o cidadão ter que escolher entre comida na mesa ou a vida”, declarou Wellington Dias (PT-PI).

“Que absurdo!”, disse a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT-RN). “Até onde vai essa marcha da insensatez liderada pela maior autoridade do país?”, acrescenta.

Neste sábado (27), Bolsonaro voltou a fazer lobby contra o isolamento social, por meio de uma postagem no Twitter.

Pelo menos 13 estados brasileiros estão com taxas de internação por Covid-19 acima de 80% nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) da rede pública.

Informações Domingos Costa

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Bolsonaro diz que, daqui para frente, ‘governador que fechar estado’ deve bancar auxílio

Bolsonaro deu a declaração referindo-se àqueles que adotam medidas mais restritivas para conter o avanço da pandemia de Covid-19, como implantação de toque de recolher e proibição total de atividades não essenciais.

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O Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta sexta-feira (26) em visita a Caucaia, na Grande Fortaleza, que daqui para a frente os governadores que “fecharem seus estados” é que devem bancar o auxílio emergencial.

Bolsonaro deu a declaração referindo-se àqueles que adotam medidas mais restritivas para conter o avanço da pandemia de Covid-19, como implantação de toque de recolher e proibição total de atividades não essenciais.

“A pandemia nos atrapalhou bastante, mas nós venceremos este mal, pode ter certeza. Agora, o que o povo mais pede, e eu tenho visto em especial no Ceará, é para trabalhar. Essa politicalha do ‘fica em casa, a economia a gente vê depois’ não deu certo e não vai dar certo. Não podemos dissociar a questão do vírus e do desemprego”, afirmou o presidente.

“São dois problemas que devemos tratar de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. E o povo assim o quer. O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e, daqui para frente, o governador que fechar seu estado, o governador que destrói emprego, ele é quem deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do Presidente da República essa responsabilidade.”

No Maranhão, por exemplo, o governador Flávio Dino (PCdoB) já admite medidas mais restritivas (reveja).

Com informações do G1.

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VEREADORA WÂNIA MELO REÚNE-SE COM MÁRCIO JERRY E MÁVIO ROCHA

A reunião aconteceu em São Luís-MA

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Na manhã da última sexta-feira, 26 de fevereiro, aconteceu a primeira sessão ordinária da Câmara de vereadores de São Luís Gonzaga-MA, na oportunidade, Wânia Melo, vereadora do Partido Comunista do Brasil-PC- do B, usou a tribuna da casa para informar da agenda que teve em São Luís com secretário e deputado federal. 

No dia 17 de fevereiro deste ano, ás 17h no prédio da secretaria de Agricultura familiar do Estado, Wânia foi recebida por Mávio Rocha, secretário adjunto da Secretária de Agricultura Familiar do Estado, a vereadora solicitou do secretário kits de irrigação para o município. 

Márcio Jerry, Wânia Melo e Mávio Rocha

Estamos aqui para ajudar a desenvolver a agricultura dos municípios, a vereadora solicitou kits de irrigação para ajudar os companheiros da agricultura de São Luís Gonzaga, nós vamos mandar para o município, disse o secretário.

Após o fim da reunião com Mávio Rocha, ambos reunira-se com o deputado federal Márcio Jerry, atual secretário de cidades e Desenvolvimento Urbano do Maranhão (Secid). Na reunião, o deputado federal sinalizou que poderá mandar uma emenda para compra de  um tomógrafo para a saúde do município.

Estive em São Luís, buscando melhorias para nossa cidade, estive em reunião com Mávio Rocha, secretário de Estado e com Márcio Jerry, deputado federal, no momento em que estava reunida com Mávio Rocha, solicitei dele kits de irrigação, barracas para feira que irão ajudar o nosso povo tão trabalhador da agricultura. Na reunião com o deputado fiz um pedido de um tomógrafo para o município, Márcio Jerry, colocou-se a disposição para ajudar a cidade, disse a vereadora na tribuna da Câmara 

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